E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Uma breve história de amor

Olá! Faz tempo que não apareço por aqui, não é? A faculdade estava me consumindo. Ainda está, mas por enquanto deu uma trégua. Pois é, estou em férias!!

E daí, (re)assistindo o k-drama Hero (falei dele aqui), eu tive uma ideia: contar a vocês sobre minha história com o Jornalismo, até agora. Já que é meus primeiro dia de férias, resolvi fazer hoje. Então, bem... vamos lá!

                                                                                                   

Quando eu estava na quarta série do Ensino Fundamental (hoje quinto ano), lá pelas bandas de 2001, eu tinha um professora de Português chamada Katerine - para nós, apenas Kate. Ela era uma ótima professora e eu realmente gostava dela, mas não temos mais contato, acho que ela sequer se lembra do meu nome.

Eu era uma aluna faladeira e tinha opinião formada e, em geral, era diferente da massa, então os meus colegas não iam muito com minha cara. Mas esta minha "índole" sempre despertou a simpatia dos professores. (In)felizmente, hoje em dia eu aprendi na marra a controlar a língua no meio de uma sala de aula lotada e simplesmente falo com alguém em particular ou escrevo quando firmo uma opinião. Então, possivelmente, meus professores não mais me vêem como alguém "especial".

Mas como eu ia dizendo... Esta professora gostava de minhas falas acaloradas e meio maduras demais para uma criança de dez ou onze anos. O apelido que ela me deu na época foi de Repórter. Pois é, ela me chamava assim. Cada vez que eu falava algo na sala de aula, ela dizia: "olha a nossa Repórter!".

Eu particularmente não gostava muito de ser vista como repórter, pois quando ouvia esta palavra, tudo que me vinha à mente era a imagem da Fátima Bernardes. E decididamente eu não queria ser como ela. Não que eu tenha algo contra a Fátima, longe disso, eu só não queria ser este tipo de repórter que aparece na televisão. Nada de âncora na minha vida. De modo que eu sempre revidava, revirando os olhos: "nem pensar! Imagine".


Os anos passaram (mas não muitos anos) e em 2003 eu conheci a série apocalíptica Deixados Para Trás (Left Behind).  Li os livros e, embora não seja exatamente o tipo de literatura que leria agora, na época eu devorei os livros, especialmente a série Teen (livros menores e com outra linguagem, para adolescentes). E tinha um personagem que me cativou mais do que qualquer outro:  Cameron Buck Williams. Ele era jornalista e foi um dos principais motivos para me fazê-lo admirar ainda mais. Pude, por meio dele, ter um contato maior com a profissão. Mas aos 13 anos eu não tinha escolhido o que seria quando crescesse. Ou tinha?

Em 2005 ou 2006 eu li o livro "O Dia do Chacal", do escritor e jornalista inglês Frederick Forsyth. Eu caí de amores pelo livro, achei tão fácil de ler, com uma linguagem de tão fácil compreensão, que pensei: "Um dia, quero escrever como ele!". Foi o único livro do Frederick que li, e não vou inventar mil desculpas aqui por não ter lido outros, o fato é somente que acabou passando. Mas lá no fundo da memória, eu sempre carreguei aquele sentimento de "poxa, ele era jornalista" e a admiração que isso acarretava.

Novamente, passaram-se os anos (que bom que eles passaram, né?!) e no segundo semestre de 2007, conheci outra professora de português. Nesta altura do campeonato, eu já estava decidida a ser jornalista. E, mais importante, já sabia bem que o papel do jornalista não se resume a ficar em frente às câmeras. Desenvolvera um amor incondicional e irrestrito pelas palavras, que se mantém até hoje. Amo escrever, mas infelzimente, ainda não consegui escrever um romance como o jornalista Frederick Forsyth, porque não sou boa nisso (embora meu maior sonho seja escrever um livro), mas a ideia de escrever textos como os dele, tão bem, e ser uma jornalista desenvolta como o Buck, já preenchia minha mente. Ainda não queria saber de ser uma âncora de telejornal e atualmente ainda não gosto de câmeras. Mas... escrever é o que há!

Voltando à nova professora de Português, o nome dela era Paula. Lendo uma de minha redações (sempre fui muito boa escrevendo redações escolares), ela me perguntou: "Por que você não faz Letras? Você escreve tão bem... acho que devia tentar aí, se for o caso faz Jornalismo depois". Pronto, ela havia plantado a dúvida em meu coração. Uma dúvida que não existia, que nunca existira.

Tenho que confessar que eu estava encantada com a Língua Francesa. E a Paula tinha feito Letras - Português/Francês. Tenho primos que falam francês, vi um filme lindo em francês (Les Choristes - 2004), e mais: a Unesp de Araraquara oferecia o curso.

Por fim, movida pela paixão e interesse momentâneos, além do desejo de ir embora de casa, acabei indo para Araraquara em 2009 e meu sonho de ser jornalista, que se iniciou em 2003, foi deixado de lado. Mas por probleminhas que aconteceram, dos quais meu namoro foi o maior, surgiram e acabei fazendo a besteira de largar uma ótima faculdade pública, fazer meus pais gastarem muito dinheiro comigo e passar o ano de 2010 todinho no maior marasmo, me arrastando e arrastando um relacionamento que já não tinha mais razão de ser. Sobre isso tudo, contro em outro post (ou não).

Foi no fim de 2010 que criei este singelo blog. Não é nem nunca foi um blog jornalístico. A princípio, escrevia pra livrar-me das mágoas que meu namoro infeliz deixou. O fato é que escrever, e escrever cada vez mais, além de me redescobrir, com novos gostos, sonhos, desejos, ambições, fez nascer novamente em mim o sonho de escrever como Frederick. O que me trouxe à faculdade de Jornalismo.

É verdade que não iniciei a faculdade em 2011. Este foi um ano de "desintoxicação". Abandonei de vez as mágoas, limpei os pensamentos, reaproximei-me de Deus, O busquei mais, voltei a ouvir música pra mim, voltei a pensar por mim, a ser um pouco mais eu mesma. Escrevi, num impulso, para o Osni Dias (coordenador de Jornalismo da minha faculdade), achei o e-mail no site da própria. Isso em junho/julho de 2011. Ele me respondeu, o que me deixou mais empolgada em voltar a estudar!

Comecei em 2012 e hoje estou no terceiro semestre (segundo ano). Este semestre foi cansativo e confesso que algumas veze pensei em largar tudo. Mas não. Não vou largar de novo. É o meu sonho. Pode não ser a melhor profissão do mundo, e posso estar procurando nela ser mais uma escritora/jornalista do que uma jornalista/escritora, mas é o que quero pra mim!  






sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

2011... ai vou eu!!!

Pois é... mais um ano chegando ao fim. Tantas coisas aconteceram esse ano. Namorava, parei de namorar. Comecei a trabalhar, parei de trabalhar. Estudava, parei de estudar. Aiai... mas entre mortos e feridos, salvaram-se todos. 

2010 foi pra mim um ano de tristezas, muito choro, muita dor, com certeza eu vivi o momento mais triste de minha vida até aqui. Mas foi também um ano de renascimento. De descobertas. De amor.  Sonhos frustrados e outros alcançados e novos sonhos sonhados.

Meu namorado que tanto amava (tanto amo) me deixou de uma maneira tão cruel, porque dizer adeus por telefone é covardia (que nem diz uma música sertaneja por aí), é frieza (Asou-kun diz isso pra Aya-chan no dorama que falei ontem). Mas de nós dois, ele perdeu mais que eu, pois eu poderei amar alguém como amo a ele, mas nunca alguém irá amá-lo como eu o amo. Enfim, seremos dois, como somos, eu aqui ele lá, ou os dois juntos, mas não mais um, a não ser que num futuro nos tornemos 1 pela vontade do Bom Deus. Daí, seremos 2 = 1 = eu e ele. Senão, nada feito.

Pude me aproximar ainda mais do meu Senhor Deus nesse ano que está acabando. Coisas, pecados, erros, aquele pecadinho de estimação... eu aprendi a olhar melhor e querer melhorar, não só dizer que vou deixar de pecar da boca pra fora. Pedi perdão, e sei que Ele me perdoa.

O fim do meu namoro me ajudou muito nessa aproximação do Pai. Por isso, posso afirmar que tudo nesse vida é certo, de acordo com  vontade d'Ele, e até mesmo um acontecimento tão triste como o término do meu namoro tem um lado positivo, mesmo que seja difícil de ver.
 
Eu comecei em março desse ano a trabalhar numa escolinha infantil. Sabe, gostei muito, nunca antes tinha me imaginado cuidando de crianças. Ou melhor, bebês, pois entrei como auxiliar de berçário. Ai, tinha uma menininha de 07 meses quando entrei, a coisa mais linda! Melissa. Amo muito!

Mas... como tudo na vida... chegou ao fim. Foi uma confusão na escola, desde junho, quando trocou de dono. Durante um tempo, achei que a coisa toda ia melhorar, estava no caminho, mas de um tempo pra cá, o trem descarrilhou de vez. Não teve mais jeito, e em meados de dezembro eu pedi as contas, e não fui a única, duas professoras saíram comigo. Nesse tempo, já não era mais auxiliar de berçário e sim professora do maternal. Eu, professora! E sem um aumento sequer no salário, onde já se viu??

O que mais doeu foi deixar a Mel. Ati coisa fofa, já tem um ano e cinco meses, anda e já fala várias coisas, é uma tagarela! Se expressa muito bem. Ai, Mel, você vai fazer uma falta... Te amo!
    
Mas... em geral o ano foi razoável. Fazendo o balanço, ficou na média... pesando prós e contras, estamos empatados. Com certeza, foi um ano abençoado. Ah, não podia esquecer, fui na praia, Guarujá... foi logo que terminei o namoro (que terminaram comigo). Meus pais iam, fui junto, pra espairecer. Houve alguns contra-tempos, mas não são de levar em conta, em si foi muito bom. Fazia tempo que não gostava de ir pra praia, hein, desde que fui pra Ilha Bela em 2008 não aproveitava como o fiz em Guarujá.
É isso. Que venha 2011, estamos aí!!! E com certeza Deus tem planos pra mim. Eu tenho meus próprios planos, mas sei que eles só tornarão realidade se fizerem parte dos planos do Pai pra mim. 
A todos os amigos que visitam esporadicamente esse singelo blog... desejo um maravilhoso Ano Novo!
Beijos!!!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O sorriso

O sorriso...
É o cartão de visita das pessoas saudáveis.
Distribua-o gentilmente.

O diálogo...
É a ponte que liga as duas margens, do eu à do tu.
Transmite-o bastante.

O amor...
É a melhor música na partitura da vida.
Sem ele, você será um eterno desafinado.

A bondade...
É a flor mais atraente do jardim de um coração bem cultivado.
Plante estas flores.

A alegria...
É perfume gratificante, fruto do dever cumprido.
Esbanje-o, o mundo precisa dele.

A paz da consciência...
É o melhor travesseiro para o sono da tranqüilidade.
Viva em paz consigo mesmo.

A fé...
É é a bússola certa para os navios errantes,
incertos, buscando as praias da eternidade. Utilize-a.

A esperança...
É o vento bom enfunando as velas do nosso barco.
Chame-o para dentro do seu cotidiano!!!

domingo, 14 de novembro de 2010

Amor

Se eu pudesse explicar
o que sinto por ti...
eu seria um poema
que revelasse em versos
todo o meu amor.
Eu seria uma música
e as notas te mostrariam
o quanto eu te amo!
Eu seria uma rosa
e com meu perfume
estaria sempre presente no ar que respiras.
Mas eu não sou poema, música ou rosa...
sou apenas alguém
que tenta expressar em palavras
o que é amar.
O que é amar?
Leia um poema, escute uma música, cheire uma rosa...
e pense em mim
que estou sempre pensando em ti.
Isto é amar!