E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Vozes~ e silêncio


Pois é, eu escuto vozes. Isso é normal? Não, não é. Mesmo assim, eu escuto, faz anos. Vozes de todos os personagens que gritam para sair da minha mente, mas que no fim são apenas vozes que eu escuto.

Eu sonho um dia conseguir escrever de verdade e transcrever essas vozes que falam nas horas mais inconvenientes. Quando estou deitada na cama, prontinha pra dormir. Quando estou andando na rua, apressada para não chegar atrasada no trabalho. Quando estou no banheiro fazendo minhas necessidades. Quando estou ouvindo música enquanto caminho na cidade.

Mas é só sentar na frente do computador e pensar: eu vou escrever! É bem quando... todas as vozes se calam e todas as ideias somem. Por quê? Esse silêncio me frustra.

O primeiro livro que comecei a escrever... e terminei de escrever... simplesmente tomou chá de sumiço. tinha 200 páginas que simplesmente evaporaram. Mas isso foi na adolescência, eu devia ter 14 anos quando escrevi. Ao ler pensei que estava muito fraco de conteúdo, pois afinal era completamente baseado numa decepção amorosa de uma criança eu. Então, com muita vergonha de deixar alguém ler, eu simplesmente deixei descansando numa pasta escondida no computador e, um dia desses, ao procurar o livro para tentar "refazê-lo" e quem sabe torná-lo uma história descente, cadê? Pois é, tinha sumido.

O segundo livro comecei em 2010, escrevi 15 capítulos, até que a história estava legal, mas quando chegou no miolo eu simplesmente não consegui continuar. A Evie infelizmente parou no tempo com quinze anos.

Mas~ em 2011 até o comecinho do ano passado eu escrevi algo com começo, meio e fim. Outras pessoas, que não eu, leram. Foi uma fanfic de 41 capítulos e mais um extra. Mas ela, embora seja a primeira façanha literária da qual me "orgulhei" de escrever, nunca sairá do blog, ou do Arachikut, onde primeiramente ela foi postada, ou da pasta "Documentos" no meu laptop. Porque não é um livro.

E agora, mais recentemente, comecei meu terceiro livro, mas "estacionei" no segundo capítulo.

Contudo, as vozes insistem em estar presentes...

Quando eu era criança, montei com minhas próprias mãos livrinhos que minha mãe guardou com carinho "para o caso de eu me tornar uma escritora famosa". Na verdade, creio que ela guarda esse livrinhos até hoje. Mas eu ainda não me tornei uma escritora famosa.

Mas meu sonho não é me tornar famosa. É escrever. Escrever bem. Ver meu nome ali, na capa de um livro. Emily Caroline. Só que... eu posso ficar horas e horas em frente ao laptop. As vozes não dão um pio. Tudo silêncio. E não adianta eu "me obrigar" a escrever. Pois nessas horas, escrevendo obrigada, dificilmente fico satisfeita com o que escrevo.

Estou concluindo este artigo isso é um artigo? e vou para o quarto, assistir Daddy Long Legs. E daí, já posso até imaginar... estarei em frente à TV e as vozes vão voltando aos poucos. É sempre assim...

domingo, 30 de dezembro de 2012

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada

Primeiramente, deixa eu anunciar que ontem, depois de três semanas após o lançamento e quando eu acreditava que só veria esse filme quando saísse em DVD, finalmente pude ir ao cinema. Como meu pai vai correr a São Silvestre amanhã, fomos para a capital retirar o kit de corrida e ele me levou ao cinema do Shopping Center Norte. Ele não assistiu ao filme, pois o gênero não faz seu estilo, então apenas eu e minha mãe vimos, enquanto ele ficava passando o tempo no Shopping pelas três horas de duração do filme. Obrigada, pai, por ter feito isso por mim, por ter me levado!

Vamos ao filme em si. E ao livro.

Todos sabem que O Hobbit: Uma Jornada Inesperada é a adaptação para o cinema de um dos livros infantis de maior repercussão em todo o mundo? Pois é, é isso mesmo. Antes de mais nada, O Hobbit é um livro. Super indicado a pessoas de todas as idades, por sinal. Obviamente, por ser o prenúncio de O Senhor dos Anéis, se analisarmos sua história a fundo, vemos que não se trata somente de um livro para crianças, vai muito além disso.

Quando eu li o livro duas vezes, tinha entre 13 e 15 anos, já lera e vira os filmes de SdA. Realmente, se formos tomar O Senhor dos Anéis por base, ele é de uma leitura muito mais fácil e fluente. E começa com a frase clássica: "Numa toca no chão vivia um hobbit". Se o leitor não teve qualquer contato com os filmes ou livros de Peter Jackson, o cineasta neozelandês, ele não sabe do que se trata um hobbit e é apenas lendo que irá descobrir. Esse hobbit que vivia na toca foi trazido à vida, quando jovem, por meio do ator Martin Freeman,

e quando velh opor Iam Holm,


e se chamava Bilbo Bolseiro.

Já que agora tenho 22 anos, e faz mais de meia década que li o livro, não lembro de 100% dos detalhes, mas consigo me lembrar bem da história em si. Por se tratar de um livro para crianças, que Tolkien originalmente escreveu para seus filhos, não é um livro denso, na edição que tenho há apenas 297 páginas, nem de longe perto das quase 400 do primeiro livro da trilogia de SdA, A Sociedade do Anel.

Por eu ter lido esse livro maravilhoso, mas essencialmente pequeno, eu fiquei com medo do filme, quando foi anunciado que a adaptação cinematográfica seria outra trilogia. Pensava em como seria feita a divisão de 297 páginas em três filmes. Portanto, embora sentisse toda a ansiedade por ser uma fã incorrigível de Tolkien, eu estava relutante com relação ao primeiro filme, chamado Uma Jornada Inesperada.

Aí ontem, quando finalmente fui ao cinema e vi em 3D, o filme de quase três horas de duração não me decepcionou. Obviamente elementos que não existem nos livros ou elementos retirados de outros escritos, como O Silmarillion, foram acrescentados para conseguir preencher bem as 2h49min. Mas afirmo que tudo é muito digno, lógico, sequencial e não prejudicou em nada a essência da história. Não me arrependo de ter gastado dinheiro para ver esse que, na minha humilde opinião, foi o MELHOR filme do ano.

Como muito acertadamente são chamados, os livros que viram filmes são roteiros adaptados. Ninguém faz um roteiro 100% fiel ao livro, senão seria "mais fácil" levar para o set de gravação o livro propriamente dito. Já vi muitas adaptações de livros, muitas mesmo, e quando me deparei com o roteiro mais fiel que eu já vi, que se trata da adaptação de O Morro dos Ventos Uivantes feita em 1992 (esse livro tem várias adaptações, mas depois dessa "traumatizei" e não vi mais nenhuma), foi realmente maçante e extremamente cansativo. Pois literatura e cinema são dois meios de se transmitir, no caso de um roteiro adaptado, a mesma mensagem. Além disso, nem sempre o público é o mesmo. Geralmente, quem leu o livro quer ver o filme, mas nem sempre quem viu o filme se interessa em ler o livro.

Acredito que no cinema o desenrolar de uma história num filme deve ser envolvente a tal ponto que o espectador aceita facilmente o fato de que ficara quase três horas sentado numa poltrona, olhando uma tela enorme e sair de lá satisfeito. É completamente diferente de um livro. Falo por experiência própria de leitora que não tem lido muito nos últimos anos, infelizmente. Quando, por algum motivo, cansamos de ler, sentimos fome ou temos que fazer outra coisa, simplesmente podemos marcar a página, fechar o livro e voltar a lê-lo depois, do mesmo ponto onde interrompemos a leitura. Contudo, um filme, principalmente quando se vai ao cinema, não pode ser simplesmente interrompido e precisa ser bom o suficiente para que alguém, antes de entrar para uma sessão, aceite que ficará ocupado, impossibilitado de fazer outra atividade pelas próximas duas horas, em média. Para tanto, o filme precisa, obrigatoriamente, ter uma narrativa envolvente que o prenda.

Concluindo, eu amei o filme! É uma pena que muita gente não tenha lido o livro e que por vezes o fato de se tratar de uma trilogia de filmes desmotive outro tantos de pessoas. E por isso eu aconselho: leiam! O Hobbit é um livro ótimo, ninguém vai se arrepender! E~ não aceitem críticas sem ver. Não vão ao cinema pensando que é um ótimo filme ou um péssimo filme. Vejam. Assistam ao filme. E então criem sua própria opinião. Façam sua própria crítica.

Foi o que fiz. E minha crítica está feita. Meu veredicto está dado. Com certeza, contarei os dias para o segundo filme. E eu... eu não aceitarei negatividade e artigos que critiquem negativamente. Assim como os críticos que não aprovaram o filme não aceitarão meu artigo. Mas não sairei por aí acusando um ou outro, afinal eles estão no direito de não terem gostado, mas não me joguem pedras, pois eu tambem estou no meu direito DE TER AMADO!

 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

O Cliente - John Grisham

Oi minha gente! Faz tempo que não apareço por aqui, né?

Hoje, vim falar de um livro que concluí a leitura ainda esses dias, chamado O Cliente, de John Grisham.
 Muito bom! E me fez pensar em uma coisa... O fato de uma criança de 11 anos ser a principal única testemunha de um suicídio e o principal único confidente do suicida momentos antes de ele morrer; o fato dessa criança ter sua vida completamente mudada por isso; o fato de, no decorrer do livro ele deixar de ser visto apenas como uma criança, mas como "o elemento que sabe onde está o corpo" >isso tudo me fez pensar que é comum, infelizmente, as crianças não serem mais somente crianças nem serem vistas como tal.

Mark era um menino normal, comum. Então, um belo dia, ele teve a infelcidade de encontrar, ou melhor, ser encontrado por Romey, um advogado de um mafioso de Nova Orleans que havia cometido o assassinato de um senador. Romey tem planos de se matar. Não sem antes contar alguns segredos a Mark (onde estava o corpo do seador morto era um grande segredo).

O pobre menino podia ficar sem essa. Por causa disso, ele vê seu mundo virar de cabeça para baixo e precisa até meso contratar uma advogada - Reggie Love! Mas se Romey simplesente tivesse se matado, sem contar nada, então Mark poderia tocar a vida, com a mãe e o irmão, como se nada tivesse acontecido.

Que fique claro que eu não contei nenhum spoiler até aqui, tudo isso que falei pode ser encontrado em qualquer sinopse por aí.

O que torna a história tão boa é tudo isso, toda a trama que gira em torno do segredo que Romey confindenciou a Mark antes de acabar com a própria vida. E do quanto tudo que conhecemos pode mudar de uma hora para outra. Muito bom mesmo! Eu recomendo!

Tem também o filme baseado no livro, mas esse eu não vi. Quem sabe um dia, né? Andei lendo sobre ele no Adoro Cinema e gostei muito.

Quem está atrás de um bom livro para ler, fica a dica!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Meu Amor Pelos Livros!

Esse meme eu li no blog do Alexandre, Lost In Japan, gostei e resolvi responder eu também. Espero que outras pessoas também gostem e respondam!

- Desafio Literário -

1 - Existe um livro que você leria e releria várias vezes?

Caramba, é muito difícil falar de apenas um livro que eu leria (li) mais de uma vez. Existem vários, eu sou daquelas que vicia logo, em especial se a obra é boa. E, na maioria das vezes, os livros que releio são daqueles grossos... nas postagens do fim do ano passado, quem quiser pode encontrar resenhas artigos pequenos e simples que fiz apenas de livros que li mais de uma vez.

2 - Existe um livro que você começou a ler, parou, recomeçou, tentou e tentou, mas nunca conseguiu ler até o final?

Sim, sim. Tem quem diga que nunca parou um livro pela metade... ah, mas eu parei. Mais de um livro eu não consegui concluir a leitura, com certeza, mas não lembro de cabeça todos os títulos. O mais marcante, o primeiro que me lembro de ter interrompido foi Cem Anos de Solidão. Tentei, tentei e tentei, mas não deu... Sei que tem gente vai achar que é crime o que estou dizendo, mas achei o livro "um porre", apesar de ser um clássico literário.



3 - Se você escolhesse um livro para ler para o resto da sua vida, qual seria ele?

Nem sei. Mas precisaria ser um livro de história relaxante. Sabe, gosto de livros com histórias mirabolantes, que fazem refletir, romances policiais, ficção e por aí vai. Mas acho que pra ler para o resto da vida, tinha que ser um livro “água com açúcar” (lê-se romances bobos, leves e talvez melosos).  

4 - Que livro você gostaria de ter lido, mas que, por algum motivo, nunca leu?

Nunca é uma palavra muito distante. Apenas digo que por enquanto, infelizmente, ainda não li A Menina que Não Sabia Ler.

 5 - Qual livro que você leu cuja "cena final" você jamais conseguiu esquecer?

Eu diria que não sei. Na verdade, tenho que pensar... uhm... talvez o final d’O Menino do Pijama Listrado. Achei realista, trágico, triste e por que não? lindo. Ou O Senhor dos Anéis. Quando li pela primeira vez, quis ir junto do Frodo pros Portos, atravessar o mar e chegar a Valinor ^^



 6 - Você tinha o hábito de ler quando criança? Se lia, qual tipo de leitura?

O primeiro livro que li por vontade própria foi aos nove anos, O Leão A Feiticeira e o Guarda-Roupa, d’As Crônicas de Nárnia de C. S. Lewis. Fantasia com ensinamentos de moral, bondade e fundo bíblico. Desde aí, gamei em fantasia, mas em muitos outros gêneros também. Não parei mais de ler. Acho a leitura um hábito saudável da minha infância / pré-adolescência que não é sustentado pelas crianças de hoje.



7 - Qual o livro que você achou chato, mas ainda assim o leu até o final?

Aiaiai, sei que tem zilhões de pessoas mundo afora (inclusive o Alexandre, que originalmente respondeu esse meme) que amam o livro que direi que é chato, muitoooo chato, aqui e agora: A Hora da Estrela, de Clarice Lispector. Livro fino, que demorei três séculos pra ler a exagerada. Entendo que tenha quem goste, mas eu não consigo gostar nenhum pouco, mesmo tendo lido até o fim, visto o filme, lido várias resenhas no Ensino Médio, enfim. Livrinho chato do caramba!



8 - Indique alguns dos seus livros favoritos

Ih, Tem certeza q é pra listar? A lista não teria fim... No blog tenho uma listinha, dá pra ter uma ideia. Mas aí vão alguns:

As Crônicas de Nárnia (7 livros / crônicas)
O Senhor dos Anéis (3 livros)
A Menina que Roubava Livros
A Última Música
O Menino do Pijama Listrado
O Semeador de Sonhos
O Caçador de Pipas
O Fantasma da Ópera

9 - Qual livro você está lendo no momento?

Memórias de Uma Gueixa – Arthur Golden



10- Indique outros blogues e blogueiros para participar desse desafio:

Quem quiser pode responder. Ficarei contente! Mesmo que não tenha blog, pode responder me mandando um email para myzinhacarol@gmail.com

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

O que é bom

Finalmente, depois de duas semanas madrugando, acabou o CFC! Agora, vamos à prova. Deus queira que eu passe, é preciso estudar bastante. Mas mudando de assunto...

No meio evangélico, eu já ouvi de tudo. Não pode isso, não pode aquilo. Via de regra, um "crente" não pode nada. É, tem gente por aí que tem o pensamento completamente fechado e retrógrado.

Afinal, qual é a criança que nunca ouviu nenhum conto de fadas? Qual é o adulto hoje que nunca ouviu o famoso "era uma vez"? Isso tudo faz parte da infância. Nós, seres humanos, precisamos de uma dose de fantasia. Eu, por exemplo, amo a história de A Bela e a Fera. Acho sublime, e desde criancinha sempre pensei assim. Penso que a Disney realmente se superou quando fez esse longa, e ele ainda não foi ultrapassado por nenhum outro feito nos dias atuais. Sem contar a beleza da história, basicamente fala do poder do amor e como a bela pode transformar a fera pela sua esseência, pelo que ela é e não pelo que tem. E especialmente, nos dá uma lição do quanto a aparência é insignificante, sendo que a Bela se apaixona pela Fera quando ela ainda não é príncipe. Conclusão: amooo A Bela e a Fera.

Agora, já ouvi coisas do tipo: é demoníaco porque a Fera tem chifres. Ok, então queriam que a fera (como o próprio nome diz) tivesse asas de anjo? Ah, faça-me o favor né. 

Eu gosto muito de ler. E leio qualquer livro que seja bom. Menos livro espírita. É uma questão de princípios, não aconselharia ninguém a lê-los. Mas, via de regra, qualquer livro que tenha uma boa história e consiga me cativar, estou lendo. Com discernimento, é sempre necessário para a vida. Mas não deixo de ler porque "esse livro foi escrito por fulano e fulano é ateu". Acho que o autor ser ateu é um profundo problema com a alma dele próprio, não tem nada a ver com o livro que ele escreveu tão bem.

O mesmo se dá com filmes e músicas. Aliás, com qualquer coisa nesse mundo. O próprio Senhor Jesus ora para que Deus o Pai nos livre do mal, mesmo que estamos no mundo. Isso mesmo, estamos NO mundo, mesmo sem pertencermos a ele, estamos nele definitivamente. E não podemos viver como se estivéssemos numa concha. Se fosse assim, então só poderíamos nos consultar com médicos evangélicos, mas convenhamos que tem muito médico descrente profissionalmente bem melhor que um crente. Então, você está preoupado com sua saúde, vai portanto procurar um bom médico, e não um bom crente. 

Hoje em dia, poucos são os filmes cristãos que são realmente bons. Ou são muito apelativos, ou fracos de história, ou muito amadores. E, sinceramente, quem não gosta de assistir a um bom filme, com uma boa produção, bons efeitos, boa trilha sonora, bons atores, bem roteiro? É claro que há filmes cristãos que se encaixam perfeitamente em todas essas categorias, mas são poucos e daí, geralmente, eles "vazam" pro meio secular, porque afinal, o que é bom não é pra ser escondido nem para esconder. Mas convenhamos que grande parte dos evangélicos atuais não pensam assim, se escondem de tudo e de todos, criando uma bolha para tentar viver fora do mundo, sendo que Jesus mesmo disse o contrário.

E música então? Com o nível do Gospel atual, muitos compositores, letristas, intérpretes e afins seculares estão dando de 10 a 0. É claro que alguns artistas do meio gospel se salvam, mas são poucos, na verdade são bem seletos. Então, consequentemente, quem gosta de boa música vai atrás de música secular. Eu curto, e muito, música secular, mas é claro que a letra da música é decisiva pra eu poder classificá-la como boa ou ruim. E pela letra tem música secular muito boa por aí. Aqui, em postagens anteriores, eu dei alguns exemplos. Agora, leiam as letras que postei e me digam: são feias, erradas, ofensivas ao crente, demoníacas? Oras, faça-me o favor!

Concluindo, eu sou evangélica (protestante, por assim dizer - presbiteriana), mas sei olhar para o que vale a pena. Penso assim: talentos devem ser explorados e desenvolvidos. Não são dons (dádivas de Deus), não podemos confundir. Quem escreve, quem gosta de dar prazer ao público por meio da escrita, faz bem, o mundo é melhor por causa de bons escritores, e isso serve pra qualquer profissão ou arte. Acredito que ter um talento e usá-lo faz parte da graça comum (me corrijam se eu estiver errada). Afinal, o sol nasce para bons e maus. Justos e injustos. É graça comum.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Querido John

Dia desses, eu citei em uma de minhas postagens sobre esse livro. Pois bem, chegou sua vez.

Vem o livro, e pra variar, depois dele, o filme. Mas, infelizemente, o filme desse livro eu ainda não vi, então não posso dizer se é bom ou não. Mas o livro é, mto bom.

Conta a história de John, um soldado americano que, antes de entrar para o exército, era um "vagal", não tinha "nada na cabeça", um desocupado completo. Então, decidiu um dia tomar jeito e resolveu se alistar. Então, precisou ir embora da cidade onde morava, na Carolina do Norte, para a Alemanha. Em uma de suas licenças de quinze dias, ao ir visitar o pai nos EUA, conhece Savannah, que está lá de férias, mas como voluntária numa obra social de reforma de casas. Como John sempre gostou de surf e Savannah se interessou, ele deu algumas aulas pra ela e eles desenvolveram uma amizade que logo se tornou um amor profundo. Mas a questão era que ele teria que ir embora dentro de alguns dias, voltar para a Alemanha.

John e Savannah fazem promessas um ao outro, de se comunicarem por cartas, telefonemas, e aguardar ansiosamente a próxima licença de John. É uma despedida muito dolorida. E nesse namoro cheio de despedida (afinal, cada licença durava apenas quinze dias , e o tempo que passavam juntos era muito menor que  tempo que passavam separados), foi difícil para ambas as partes.

Enfim, John se preparava para largar o exército quando se dá o atentado de 11 de setembro de 2001 e ele, como tantos outros, é tomado por uma onda de patriotismo e se alista novamente. Conclusão: é mandado para o meio do fogo cruzado, no Oriente Médio. E o namoro com Savannah fica ainda mais difícil e delicado, apesar de se corresponderem com frequência. Até que um dia chega uma carta que muda tudo. John sequer pode largar tudo e ir resolver o problema, pois se encontra no meio de um problema muito maior: a guerra.

É, o livro é realmente muito bom! Quem quiser saber o final, é só ler.

sábado, 29 de janeiro de 2011

O Caçador de Pipas

Eu acho... que não vou mais fazer enquetes, porque afinal ninguém vota mesmo. Contava com a opinião dos meus poucos leitores, mas parece que não tive um leitor sequer, quanto mais um leitor que quisese votar. Mas não vim falar da enquete.

Finalmente, vim falar do livro que eu disse que falaria. Livro que virou filme, pra variar, mas que não foi de maneira alguma destronado por ele. Eu tenho o livro e o filme e, convenhamos, a produção cinematográfica deixou muito a desejar. Mas os atores atuaram bem e a trilha sonora é muito bonita. 

Falo d'O Caçador de Pipas. É, esse mesmo, que quando de seu lançamento foi altamente aclamado pela crítica, ficou por um longo tempo entra os mais vendidos e tornou o Afeganistão, país pequenino do Oriente Médio, um fim quase absoluto para a solidariedade e a compaixão de todo o mundo. Sem falar no autor, Khaled Hosseini, que de repente virou celebridade. 

Eu tinha 15 anos quando meu pai (isso mesmo, meu pai!) tomou o livro emprestado de uma colega pra ler. Ahhhh, eu queria muito ler depois dele, mas minha mãe dizia que eu era muito jovem e segundo diziam, aquele era um livro inadequado para mim. Mas, quando meu ai terminou a leitura, ele disse pra minha mãe que não tinha mal nenhum eu ler, e assim fui autorizada. 

Nossa, eu literalmente devorei o livro, acaei rapidinho, a história me preencheu, e me apaixonei pelo Afeganistão, como tantos ao redor do globo. Mas, para mim, jovem de 16 anos, não era simples fazer alguma coisa. então, comecei a orar por aquele povo tão sofrido, e a pesquisar muito sobre. 

O livro conta a história de Amir e Hassan, amigos que são separados no decorrer da narrativa por diversos motivos e, em maior parte, por culpa de Amir. Porque, afinal, Amir era filho do patrão e Hassan filho do empregado. 

A lembrança atormentadora de um triste acontecimento logo nos primeiros capítulos, que ocasiona na separação dos dois, Amir leva consigo quando foge do Afeganistão, ainda adolescente. Nos Eua, ele leva uma vida "normal", sem pensar muito em Hassan e no que foi feito dele na ocupação russa, quando ele fugiu com seu pai. Amir cresce, se faz homem, casa, mas um dia, inesperadamente, é chamado de volta ao Afeganitão, que está agora sob o jugo do Taliban. Nessa viagem, ela descobre coisas sobre sua própria vida e o passado de seu pai e mudam completamente o rumo das coisas. 

É um livro com uma história muito rica, que nos traz um pouco da cultura daquele pequeno país do Oriente Médio, e de toda a destruição e injustiça sofrida por aquele povo há muitos anos. Vale a pena ler, e pra quem quiser ver o filme, pode fazê-lo, mas aconselho a ler o livro antes.


 



domingo, 16 de janeiro de 2011

Tristeza cansa... mas curtir uma fossa é necessário de quando em vez

De fato, eu fiquei muito triste com várias coisas que aconteceram no ano de 2010. Com o fim do meu namoro, em especial, fiquei muito triste, e a tristeza se prolongou. E aos poucos, foi se acomodando, eu estava me acostumando com ela. Basta uma semana de fossa e pimba! a gente começa a curtir uma fossa. É, uma amiga me disse dia desses: mulher curte uma fossa, tome cuidado pra você não ficar curtindo por muito tempo!

É, fossa tem muito a ver com tristeza, tristeza por uma pessoa, medo de ficar sozinho. Tipo, bem típico do fim de um namoro ou de uma paixão. E essa foi umas das poucas fossas que eu curti. Aff, essa tristeza cansa demais! Estressa a gente.

Curtir a fossa é necessário para o crescimento, com o amadurecimento da pessoa, conquanto que a pessoa em questão saiba que não pode deixar ela se prolongar, senão já viu, pode virar mais que uma simples tristeza de momento e se tornar uma bela depressão. E eu estou determinada a não deixar que por nada nem ninguém eu entre em depressão, onde já se viu!

Desde que estou nessa de fossa, quando meu namoro acabou em novembro do ano passado, eu chorei muito, vi muito filme e li muito romance água com açúcar, daqueles bem melados, que têm o poder de te fazer chorar já nos primeiros minutos ou páginas. Tipo Querido John, é um livro ótimo, mas bem piegas. Lamentei bastante, sim, e vi o mundo em preto e branco. Ouvi músicas que iam de encontro à minha trsiteza, de encontro ao meu coração, geralmente músicas de emo e e bem deprê, "ninguém me ama ninguém me quer".

É, os doramas também ajudaram a curtir minha fossa. O primeiro foi Um Litro de Lágrimas. Chorei litros, e não só um, durante a série de apenas 11 episódios. Bom, é fato que a primeira vez que assisti não tinha ainda findado o namoro, mas a história já me emocionou ao extremo por si só, e ainda mais que eu já estava temendo o pior. Fiquei maravilhada com a estória (sim, com E) de amor do Asou-kun e da Aya, que mesmo a Aya doente e com a sentença de morte prenunciada desde o primeiro capítulo, ele mesmo assim ficou com ela até o fim e a amou de todo o coração. Mas pasmem, o meu amado Asou-kun foi o único personagem inserido na história por pedida da mãe de Aya para que fosse menos triste. Ou seja, ele foi o único que não existiu na história original! Nossa, acho que chorei mais ainda quando soube disso, depois de ter visto o dorama, por pena da Aya, que nunca foi amada, nem pôde se apaixonar e morreu sem conhecer o amor.

E com Koizora, então, esse eu vi quase agora, ainda semana passada, já quase três meses depois do fim do namoro, e também chorei litros. Ahhh, o amor do Hiro e da Mika! Fiquei pensando em mim e no Ju, se tudo tivesse acontecido diferente... mas, por fim, foi assistindo esse dorama que me senti, pela primeira vez, cansada da fossa. Amei os livros e filmes que vi, os doramas, mas não quero em minha mente associá-los a um período triste, e não poder assistí-los mais tranquilamente sem me lamentar pelo fato de o Ju não estar comigo. Quero ler e assistir pensando neles, nos personagens, pois são obras lindas e amei as histórias! Com ceteza vou repetí-las e relembrá-las.

Tem uma música de Sandy e Junior, quando eles ainda eram dupla, chamada Estranho Jeito de Amar. A princípio, quando não sei porque cargas d'água achei o clip dela no youtube, mesmo sem nem conhecê-la, a não ser poucos trechos, eu pensei nela como escrita pra mim e pro Ju. Nossa, se encaxaiva perfeitinho em nossa história. Para quem quiser ver a letra na íntega, pode encontrar nesse link: Estranho Jeito de Amar. Mas eu gostaria de escrever aqui só as partes que acho que convém no momento

Quanta bobagem
Tudo o que se falou
(...)

Tanto talento 
Pra discutir em vão
Será tão frágil
Nossa ligação?

Falsas promessas
Erros tão banais
Mas ninguém cede
Nem pensa em voltar atrás

O fato é que eu ouvia músicas e pensava: nossa, parece que foi feito pra mim. E em geral, essas músicas eram (e são)  piegas e excessivamente tristes. Minha fossa foi embalada por uma trilha sonora muito diversificada e ao mesmo tempo com canções muito parecidas entre si. Não só essa que citei, mas as músicas temas dos doramas, ou até mesmo sertanejo universitário, valha-me Deus! Ou aquelas instrumentais que fazem pensar num mundo melhor ^^ e chorar de inveja.

Logo no primeiro episódio de Koizora, a Mika diz como sonhava que seria seu amor de colegial. E eu me peguei pensando (me permiti pensar) pela primeira vez que desejava o mesmo que ela. Que não foi assim com o Ju. E ainda desejo, ahhh, o que mais quero!

Mas não é porque deixei a fossa pra lá, que cansei, tentei dar uma rasteira na tristeza e seguir em frente que deixei de amar o Ju ou de sofrer por ele, não é isso, sei que tudo isso não acaba assim de uma hora pra outra. Afinal, o nosso amor foi muito grande e continuará sempre guardado num canto do meu coração. Vivo, pois um amor como o nosso nunca morre, porém não quero mais ficar presa a ele, se é que me entendem. 

Esses dias de fossa também foram dias pra eu me aproximar mais e mais do meu Deus e intensificar meu relacionamento com Ele. Nunca orei tanto na minha vida como agora, nunca me senti tão junto dEle. Sinto que Ele entedeu minha fossa, permitiu minha fossa e agora vai me ajudar a deixá-la pra trás. Estou disposta a abrir os braços e aceitar com todo o meu coração o futuro que Deus tem pra mim. Pois o futuro pertence a Ele, mesmo que esse futuro seja sem o Ju. Quisera eu ter entendido isso antes, e quem sabe o desfecho podia ter sido outro. Eu não teria meu namoro findado e não teria curtindo essa fossa toda. 

Mas, como diz Aslam, e creio piamente que é a mais pura verdade, não há como saber o que teria acontecido, porque o que foi é o que é e não dá pra mudar o passado. Mas dá pra fazer um futuro. E sei, como disse em um post anterior, que o meu futuro está preparado pra mim, um futuro de paz e não de mal. Tem um louvor que gosto muito, que diz: "Há um futuro, eu sei que há um futuro! Se eu abrir meu coração e buscar ao meu Senhor, fico tranquilo pois eu sei que o céu se abre em meu favor!". 

Então, eu tenho mais é que agradecer a Deus! Por ter conhecido o Ju e vivido uma bela história com ele. Por ter aprendido durante esse tempo. Por Ele estar me lapidando dia a dia. Por ter lido bons livros, visto bons filmes e doramas. E quero sempre, sempre, continuar aprendendo, cresencendo, melhorando.

Eu quero mais é ser feliz! Receberei toda a felicidade que Deus tem pra mim, darei o meu melhor!    

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Última postagem antes do natal... acho

Bom, eu vou viajar nesse Natal, para o Paraná na casa de parentes do meu pai, e acredito que onde eles moram não terei como acessar a internet. Se conseguir, venho dar um oi.

Como disse alguns posts atrás, eu vim aqui para falar d'O Fantasma da Ópera. O filme de 2005 (o único que eu assiti, dos por volta de 10 que existem) com direção de Joel Schumacher e o livro de Gaston Leroux. O filme é bom, baseado mais no musical de Andrew Lloyd Webber (se não conhecem, vale a pena ouvir e ver, é lindo!) do que no filme. O musical sim, baseou-se no livro, mas a história é bem diferente da história do livro. O livro, como sempre, é melhor, sem dúvida alguma, mas as músicas de Andrew Lloy Webber são maravilhosas. Se quiserem ouví-la, é só procurar no youtube.

O livro conta a história de Erik, "o Fantasma", assim chamado por ter o rosto desfigurado, que vive nos subsolos da ópera de Paris, assombrando os artistas e espectadores que ali frequentam. Ele se apaixona por Christine, que por sua vez é apaixonada por Raoul. O enredo se baseia nesse triângulo amoroso, mas vai muito além, contando a vida daqueles que vivem na Ópera e sobrevivem da Ópera. E relatando os trágicos acontecimentos que norteiam a vida do pobre Erik que é desprezado desde o nascimento por sua aparência mostruosa. Desprezo esse que o enlouqueceu. Mas no fundo, o "Fantasma" tem um coração bom, lindo e puro. Isso se mostra no decorrer do livro.

É realmente um livro muito bom, e o filme também é, apesar das diferenças, que sempre há. ambos valem a pena! Recomendo.

domingo, 19 de dezembro de 2010

As Crônicas de Nárnia

Aaaaiiiiii!!!!!! Cheguei onde queria. Tipo, amo os livros dos quais falei até agora, em especial SdA, mas AMO EM DOBRO esses que vou falar agora: As Crônicas de Nárnia


Esses livros são simplesmente os melhores que já li!!! São uma série de sete livros, escritos pelo britânico C. S. Lewis. Tá, são livros infantis, escritos para crianças, eu sei eu sei, mas eles marcaram a minha história. Os personagens todos fizeram parte da minha infância, ai, quantas vezes eu já me deixei levar para a terra mágica de Nárnia... Aslam, o Grande Leão, que em nosso mundo é conhecido por outro nome (uhm, quem sabe, quem sabe?? EUUUU!!! O Senhor Deus) esteve comigo desde pirralhinha. Cresci admirando e amando a Lúcia Pevensie.


É, acertou quem pensou que realmente existem filmes, quem já viu esses filmes. Recentemente, dia 10 último, lançou o terceiro, A Viagem do Peregrino da Alvorada (o melhor de todos). Os dois primeiro, O Leão a Feiticeira e o Guarda-roupa e O Príncipe Caspian foram feitos pela Disney, mas o terceiro foi feito pela Fox. E, claro, eu JÁ FUI AO CINEMA!!! Assisti em 3D!!! Mas, como sempre, os filmes tiram muito dos livros, ou mudam muito a história, em especial o segundo filme. Tem aquele beijo, argh!!!!!


Sinceramente, vale muito a pena ler os livros. Os filmes, bem, são um acréscimo, mas os livros que são O ESSENCIAL de fato. Fica a dica.





    

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A Última Música

Nossaaaaaa, quanto tempooooo! Eu não escrevo aqui há quase dez dias! Mas, tá, eu voltei, e vou falar de mais um livro, que virou filme. Filme que, por sinal, foi protagonizado por uma atriz e cantora que faz sucesso entre as adolescentes por aí: Miley Cyrus. Afinal, quem não conhece a Hanna Montana, a cantora da Disney que faz o maior sucesso?

Mas vamos ao livro, ao filme. É claro que o livro é muito melhor que o filme, como sempre. há muitos detalhes que o filme não mostra e fatos que são distorcidos, mas também o filme é bom. Basicamente, o livro conta a história de uma moça que está saindo da adolescência (no filme, a Miley Cyrus) - Ronnie. É uma história de um amor de verão e da filha que se reconcilia com o pai. É uma história de perdão e recomeços. É uma bela história, mas como diriam as más línguas (e a minha também, em alguns momentos), é um romance água com açúcar. Mas uma gracinha, eu amei.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

The Book Thief

Ora, o que falar desse livro MARAVILHOSO?? quem ainda não leu tem que ler, é uma história fantástica! Cheia de ternura e emoção. 

A Menina Que Roubava Livros, do australiano Markus Zusak, conta a história de Liesel Meminger, uma criança alemã que perdeu o irmão ainda muito nova e foi separada dos pais, tudo ao mesmo tempo. Ela foi "adotada" (não sei se esse é o termo correto) por uma nova família e teve, então, que se acostumar com seus "novos pais, novos amigos, nova ralidade de vida". 

Ainda não existe filme desse livro, e não sei se quero ou não que um dia venha a existir. Pode ser que um filme estrague a história do livro, como aconteceu com tantos outros. Dizem as más línguas que o filme vai sair, já até tem produtor e o escambau. Nõ, acho que não queria mesmo que o filme saíse. 

Uma vez, eu montei  o "quem sou eu" do orkut com frase do livro. Quem se interessar, vou copiar e colar aqui. 

"Primeiro, as cores.
Depois, os humanos.
Em geral, é assim que vejo as coisas.
Ou, pelo menos, é o que tento.

EIS UM PEQUENO FATO

Você vai morrer"

Outro pequeno fato: quando morrer, eu, Emily, vou para o céu.

“Continuava apertando o livro.
Continuava desesperadamente agarrada às palavras que lhe tinham salvado a vida.”

Se me perguntassem qual é minha atividade terrena preferida, teria um momento de hesitação ao responder. Afinal, são quatro: comer, dormir, ler e escrever. A comida é minha amiga, a cama me conforta, e os Livros... as Palavras... sempre me acompanham!

"Liesel caminhou até ele. Era tão corajosa que estendeu a mão e segurou seu rosto barbudo. 
- É você mesmo, Max?
Um dia alemão muito brilhante, com sua multidão atenta.
Ele deixou seus lábios beijarem a palma da menina.
- Sim, Liesel, sou eu – e segurou a mão dela junto ao rosto, e chorou em seus dedos."

Pra mim, a amizade significa, se não tudo, muita coisa. Amo meus amigos, levo-os sempre junto comigo, num canto especial e reservado do coração.

"- Rudy, acorde - soluçou. Agarrou-o pela camisa e lhe deu a mais leve sacudidela incrédula. - Acorde, Rudy - e já então, enquanto o céu continuava a esquentar e a despejar uma chuva de cinzas, Liesel agarrava o peito da camisa de Rudy Steiner. - Rudy, por favor - e as lágrimas se engalfinhavam com seu rosto. - Rudy, por favor, acorde, que diabo, acorde, eu amo você. Ande, Rudy, vamos, Jesse Owens, não sabe que eu amo você? Acorde, acorde, acorde... - "

E quero um amor pra vida inteira...

Deixa eu explicar uma coisa rapidinho: quem narra é a morte... digo, a Morte é quem narra a história d'A Menina Que Roubava Livros. É uma das coisas muito boas do livro, e por isso tem um caráter inovador. Vale muito a pena ler!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

The Lord Of The Rings

Aiai, desculpem por sábado, mas de fato estava com tanto sono que estava dormindo no pc. Mas, vamos ao que interessa...

Vou falar d'O Senhor dos Anéis primeiro. Tipo, é um livro ótimo! Tá certo, dividido em três volumes, mas de boa, é bom de qualquer forma. Só não é melhor que a Bíblia, que é o melhor livros de todos. Mas é muito bom. E, como todo bom livro (e livro bom), ele virou filme. 

Não, não, quer dizer, ele virou filme, três filmes (um de cada volume) e os filmes são bons! Não são os filmes que hoje em dia são feitos a rodo de livros que são lançados todo dia. Tipo, um livro não pode fazer um tiquinho de sucesso que já vira filme. E, via de regra, o filme estraga o livro. 

Mas... não é o caso de O Senhor dos Anéis. Tá, os filmes não são lá completamente fiéis, mas são mesmo muito bons! Ai, tá, quando foram lançados eu era pirralha, o terceiro eu vi no cinema com treze (13!) anos, quando saiu o primeiro eu tinha onze. Mas, hoje eu tenho vinte e continuam tão bons quanto antes, mesmo que já tenha passado quase uma década, mesmo que haja muito mais avanço tecnológico atualmente. 

Mas os livros são muito mais antigos, do início da segunda metade do século XX. Naquela época, se tivessem feito um filme, provavelmente teria deixado muito a desejar. Acho que os filmes foram feitos no tempo certo, nem antes nem depois. 

Mais informações dos livros e filmes, encontrem na Valinor. Aliás, lá encontrarão todas as informações, porque eu não falei nada além de elogiar e encher linguiça, rs. Nem um spoiler nem nada. Mas, realmente, livros e filmes são muito bons. Recomendo!



sábado, 4 de dezembro de 2010

Livros... e seus filmes

Hoje eu conversei com uns amigos da minha igreja sobre bons livros e filmes. Falamos sobre muitos títulos variados, em especial livros que viraram filmes e, muitas vezes, estragaram os livros que lhe deram origem.

Pensando em tudo o que foi falado, sobre o que é bom e o que é ruim, conclui que cada livro, e cada fime, tem o seu momento certo de ser lido ou assistido. Não depende só da idade, mas da personalidade, do ser individual, do pensamentos de cada um.

Eu, que sou uma verdadeira leitólotra (acabei de inventar essa palavra, rs) e devoro livros desde a infância, tenho todo o direito e o currículo necessário para falar. De vários livros, e filmes também. 

Mas sabe como é, to caindo de sono agora e preciso ir dormir, o dia foi cansativo e amanhã tem Escola Bíblica Dominical na igreja. Decidi então, periodicamente, postar resenhas e comentários sobre cada livros e filmes que gosto mais, e indicar o melhor mometo para ler ou ver cada um deles.

Beijos e boa noite!

Ps: me desculpem, to com muito sono mesmo...








 

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho

É, segundo dizem por aí mundo afora, só alcançamos a plenitude da vida depois que plantamos uma árvore, escrevemos um livro e temos um filho. Bom, a árvore eu já plantei, mais de uma inclusive, mas me falta ainda o livro e o filho. Se depender disso, acho que então a minha plenitude de vida ainda está um tanto longe.

Ontem, na escolinha onde trabalho, uma amiga me perguntou se eu gostaria de escrever um livro, porque ela tem lido minhas postagens no blog e me disse que parecem com partes de livros, que escrevo bem, de uma forma bonita.

Ótimo, gosto de que outros reconheçam que escrevo bem, é uma das coisas que mais gosto de fazer. Escrever me dá prazer, assim como ler. Mas ainda não escrevi nenhum livro, apesar de vontade não faltar. É fato que já comecei mais de um, minha última tentativa chegou ao 15° capítulo e ainda não está enterrada, um romance mal-sucedido foi concluído quando eu tinha 14 anos, por aí, mas não é grande coisa.

Ai, quando ela me falou isso me deu uma vontade tão grande de voltar a tentar escrever um livro, rs. Se Deus quiser, ainda cnseguirei um bom romance, publicarei, farei sucesso e meu nome estará na capa de um best seller!