E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Não foi a última... agora é. Tchau, até mais

Consegui acessar a net mais uma vez antes do natal, e resolvi passar por aqui. Não tenho muito o que falar, além do que já falei antes.

Estou no PR desde ontem, desci de carro mesmo, com meus pais e irmã. Passamos a noite em uma cidadezinha, Borrazópolis, onde a filha mais velha do meu pai, que ele teve antes do casamento, mora. Agora, estou na casa do meu bisavô em Flórida, outra cidadezinha do tamanho de um ovo.

Estive pensando muito no Ju nesses últimos dias, vai se aproximando o natal e parece que a falta só aumentou, mesmo que eu tivesse esperança de que a cada dia diminuiria. Eu ainda o Amo demais. É, Deus tem um futuro pra mim e pra ele, juntos ou separados, mas eu sei que há um futuro de paz e não de mal. Mas esperar por esse futuro e fazer as coisas no presente de uma forma razoavelmente boa para viver de uma forma talvez agradável, talvez desagradável, apenas suficiente para ir tocando o barco, nem sempre é fácil. Ás vezes dá vontade de não fazer nada... de ficar trancada no quarto, deitada na cama e chorando até esgotarem as lágrimas. Mas, como diz CS Lewis em A Cadeira de Prata, uma d’As Crônicas de Nárnia, “chorar funciona mais ou menos enquanto dura”. Apenas enquanto dura.

A mim, então, já que chorar não funciona eternamente, cabe tocar meu barco, me achegar mais ao meu Deus e intensificar a vida de oração. Esperar no Senhor. E viver da melhor forma possível, nesse mundo tenebroso, onde viver definitivamente é um desafio diário. Mas, ao menos, eu dei o grito de liberdade e saí daquele lugar, daquela escola que já estava me estressando ao extremo, e posso pensar um pouco mais em mim. Não naquele povo de lá, tipo duas pessoinhas que me irritavam até o limite!

Voltarei pra Atibaia na segunda dia 27. A virada de ano eu nem sei onde passarei, acredito que em um hotel, faturando uma grana extra, se Deus quiser eles me chamarem para baby sitter. Senão, acredito que passarei em casa com meus pais mesmo, talvez vá no culto da virada.

Agora, não volto mesmo antes do dia 27. Beijos a todos e um Feliz Natal!!! Com Jesus no coração!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Última postagem antes do natal... acho

Bom, eu vou viajar nesse Natal, para o Paraná na casa de parentes do meu pai, e acredito que onde eles moram não terei como acessar a internet. Se conseguir, venho dar um oi.

Como disse alguns posts atrás, eu vim aqui para falar d'O Fantasma da Ópera. O filme de 2005 (o único que eu assiti, dos por volta de 10 que existem) com direção de Joel Schumacher e o livro de Gaston Leroux. O filme é bom, baseado mais no musical de Andrew Lloyd Webber (se não conhecem, vale a pena ouvir e ver, é lindo!) do que no filme. O musical sim, baseou-se no livro, mas a história é bem diferente da história do livro. O livro, como sempre, é melhor, sem dúvida alguma, mas as músicas de Andrew Lloy Webber são maravilhosas. Se quiserem ouví-la, é só procurar no youtube.

O livro conta a história de Erik, "o Fantasma", assim chamado por ter o rosto desfigurado, que vive nos subsolos da ópera de Paris, assombrando os artistas e espectadores que ali frequentam. Ele se apaixona por Christine, que por sua vez é apaixonada por Raoul. O enredo se baseia nesse triângulo amoroso, mas vai muito além, contando a vida daqueles que vivem na Ópera e sobrevivem da Ópera. E relatando os trágicos acontecimentos que norteiam a vida do pobre Erik que é desprezado desde o nascimento por sua aparência mostruosa. Desprezo esse que o enlouqueceu. Mas no fundo, o "Fantasma" tem um coração bom, lindo e puro. Isso se mostra no decorrer do livro.

É realmente um livro muito bom, e o filme também é, apesar das diferenças, que sempre há. ambos valem a pena! Recomendo.