E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
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domingo, 31 de março de 2013

Eu sou mulher. E sou machista?

Bom, esta é uma postagem improvisada, de algo que surgiu assim do nada, enquanto em casa, fuçando no Facebook, eu ouvia uma música que papai tem no laptop dele: Esse Cara Sou Eu, do Roberto Carlos.

Nunca fui uma grande admiradora do "rei", nem mesmo o considero rei de alguma coisa, mas é indiscutível o fato de que o povo brasileiro em geral (há exceções, claro) gosta das músicas dele. Meu pai (e por que não dizer que minha mãe?) sempre foi fã de suas letras, eu cresci ouvindo Como é Grande o Meu Amor por Você, Detalhes, É Proibido Fumar, Emoções, Eu te Amo, 120... 150... 200 Km por Hora, etc. E mais: eu sei a maioria delas de cor.

Daí, ouvindo a música hoje, me lembrei de algo que ouvi esses dias na faculdade. Um professor disse que o "rei" não é rei e que há muitos cantores melhores e músicas melhores. Com isso, concordei. Posso citar muitos nomes, se quiserem, mas faço isso outra hora basta ler meus posts anteriores, de um mês ou um ano ou dois atrás, para ter uma ideia. Mas uma coisa que ele disse me incomodou um pouco. Foi algo assim "essa música Esse Cara Sou Eu é a música mais machista do últimos tempos".

Até então, nunca tinha ouvido a música inteira. Atualmente, tenho alimentado apenas meu próprio gosto musical, independente dos meus pais. Tal gosto é bem variado, mas não abrange músicas do Roberto Carlos. Contudo, não é este o ponto.

O ponto é que a afirmação de meu professor me incomodou, mas deixei estar. Hoje, ao ouvir por acaso a música no laptop do meu pai, foi que pensei novamente no que ele disse. Prestei atenção em cada palavra cantada e cheguei a uma conclusão: eu sou machista, pois concordo em gênero e número com a letra. Vejam:

O cara que pensa em você toda hora
Que conta os segundos se você demora
Que está todo o tempo querendo te ver
Porque já não sabe ficar sem você
E no meio da noite te chama
Pra dizer que te ama
Esse cara sou eu
O cara que pega você pelo braço
Esbarra em quem for que interrompa seus passos
Está do seu lado pro que der e vier
O herói esperado por toda mulher
Por você ele encara o perigo
Seu melhor amigo
Esse cara sou eu
O cara que ama você do seu jeito
Que depois do amor você se deita em seu peito
Te acaricia os cabelos, te fala de amor
Te fala outras coisas, te causa calor
De manhã você acorda feliz
Num sorriso que diz
Esse cara sou eu
Eu sou o cara certo pra você
Que te faz feliz e que te adora
Que enxuga seu pranto quando você chora
Esse cara sou eu
O cara que sempre te espera sorrindo
Que abre a porta do carro quando você vem vindo
Te beija na boca, te abraça feliz
Apaixonado te olha e te diz
Que sentiu sua falta e reclama
Ele te ama
Esse cara sou eu (Letras - Terra)

Eu gostaria de ser a mulher de um homem assim. Não consigo, sinceramente, ver machismo nesta letra. Talvez porque eu sou excessivamente romântica. Talvez porque leio romances demais com homens arrasadores do autor norte-americano Nicholas Sparks. Talvez porque vejo muitos doramas. Ou talvez simplesmente porque sou uma mulher às antigas, careta e fora de moda.

Mas... eu queria ter um homem que pensasse em mim toda hora (isso não significa um homem obsessivo e possessivo). Eu queria ter um homem que contasse os segundos para me ver. Eu queria ter um homem que me mandasse sms de madrugada dizendo que me ama. Queria ter um homem que me segurasse pelo braço e me protegesse pelo caminho. Que estivesse sempre ao meu lado. Encarasse perigos por mim. Fosse meu melhor amigo para todas as horas. Um cara que me amasse como sou. Que me acariciasse os cabelos, fizesse cafuné e não se importasse em "ser meloso". Que me fizesse sorrir sem motivo e sorrisse para mim. Que me esperasse sempre. Abrisse a porta do carro, puxasse cadeira, fosse um verdeiro "gentleman". Um homem para quem eu pudesse ser "A Mulher".

É, devo ser mesmo machista.

 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Vozes~ e silêncio


Pois é, eu escuto vozes. Isso é normal? Não, não é. Mesmo assim, eu escuto, faz anos. Vozes de todos os personagens que gritam para sair da minha mente, mas que no fim são apenas vozes que eu escuto.

Eu sonho um dia conseguir escrever de verdade e transcrever essas vozes que falam nas horas mais inconvenientes. Quando estou deitada na cama, prontinha pra dormir. Quando estou andando na rua, apressada para não chegar atrasada no trabalho. Quando estou no banheiro fazendo minhas necessidades. Quando estou ouvindo música enquanto caminho na cidade.

Mas é só sentar na frente do computador e pensar: eu vou escrever! É bem quando... todas as vozes se calam e todas as ideias somem. Por quê? Esse silêncio me frustra.

O primeiro livro que comecei a escrever... e terminei de escrever... simplesmente tomou chá de sumiço. tinha 200 páginas que simplesmente evaporaram. Mas isso foi na adolescência, eu devia ter 14 anos quando escrevi. Ao ler pensei que estava muito fraco de conteúdo, pois afinal era completamente baseado numa decepção amorosa de uma criança eu. Então, com muita vergonha de deixar alguém ler, eu simplesmente deixei descansando numa pasta escondida no computador e, um dia desses, ao procurar o livro para tentar "refazê-lo" e quem sabe torná-lo uma história descente, cadê? Pois é, tinha sumido.

O segundo livro comecei em 2010, escrevi 15 capítulos, até que a história estava legal, mas quando chegou no miolo eu simplesmente não consegui continuar. A Evie infelizmente parou no tempo com quinze anos.

Mas~ em 2011 até o comecinho do ano passado eu escrevi algo com começo, meio e fim. Outras pessoas, que não eu, leram. Foi uma fanfic de 41 capítulos e mais um extra. Mas ela, embora seja a primeira façanha literária da qual me "orgulhei" de escrever, nunca sairá do blog, ou do Arachikut, onde primeiramente ela foi postada, ou da pasta "Documentos" no meu laptop. Porque não é um livro.

E agora, mais recentemente, comecei meu terceiro livro, mas "estacionei" no segundo capítulo.

Contudo, as vozes insistem em estar presentes...

Quando eu era criança, montei com minhas próprias mãos livrinhos que minha mãe guardou com carinho "para o caso de eu me tornar uma escritora famosa". Na verdade, creio que ela guarda esse livrinhos até hoje. Mas eu ainda não me tornei uma escritora famosa.

Mas meu sonho não é me tornar famosa. É escrever. Escrever bem. Ver meu nome ali, na capa de um livro. Emily Caroline. Só que... eu posso ficar horas e horas em frente ao laptop. As vozes não dão um pio. Tudo silêncio. E não adianta eu "me obrigar" a escrever. Pois nessas horas, escrevendo obrigada, dificilmente fico satisfeita com o que escrevo.

Estou concluindo este artigo isso é um artigo? e vou para o quarto, assistir Daddy Long Legs. E daí, já posso até imaginar... estarei em frente à TV e as vozes vão voltando aos poucos. É sempre assim...

sábado, 15 de setembro de 2012

Hoje...

Eu quero escrever. Passei o dia cheia de ideias que não paravam de brotar em minha mente e não via a hora de passar pro papel (ou melhor, pro blog). Ouvi belíssimas músicas, vi (ou imaginei) belíssimas fotos e belíssimos rostos, fiz muitas coisas e queria realmente conseguir colocar aqui tudo isso, mas agora, quando parei para fazer isso, essas mesmas ideias não se juntam e eu não consigo dizer algo que preste ou ter paciência para "forçar minha mente" e fazer sair dela algo que preste.

Então, já que estou impossibilitada de criar um "texto inspirador" que, ao menos, seja útil para alguém, resolvi que preciso escrever de um jeito ou de outro. Tive uma ideia (outra!): irei contar meu dia a vocês. Corrigindo, a você que ler isso aqui^^ e se ninguém ler, contarei da mesma forma.

Depois de ficar um pedaço da madrugada terminando de ver mais um dorama (My Name is Kim Sam Soon), eu dormi algumas horas - mais de seis -, tomei café e fui para a aula de inglês. Como meu celular tinha pouca bateria, não fui ouvindo música durante a caminhada de vinte minutos, como faço normalmente. então, na ida às 10h15, e na volta às 13h15, e pelos quarenta minutos, fui pensando, cantando, sonhando acordada e, principalmente, orando.

Conversei com Deus como fazia algum tempo já que não conversava. Gosto quando eu e Ele temos esse tipo de diálogo, "conversa informal", me sinto tão bem! São nessas horas que a gratidão infinita se torna mais forte, e eu agradeço mais e mais por Ele ser meu Melhor Amigo.

Os assuntos... bem, não são assuntos para eu tratar num blog, não é?

Eu orei somente na ida, os primeiros vinte minutos. Nos vinte minutos da volta pra casa eu não resisti, colei o celular na orelha e ouvi duas belíssimas músicas: ほほえみのちから (Hohoemi no Chikara -A Força do Sorriso) e That Man.  Pus o celular grudado no ouvido no mínimo, pois sigo a política de "não faça para os outros aquilo que não quer que façam para você". Odeio quando colocam música alta pra tocar no celular, em público e sem fone de ouvido, como se todo mundo tivesse a obrigação de ouvir e gostar do que a pessoa gosta. Como eu estava sem meu fones, ouvi baixinho mesmo.

Hohoemi no Chikara é uma música que me marcou desde o primeiro momento que ouvi, há alguns meses, enquanto lavava louça. Estava ouvindo músicas coreanas do primeiro cantor e ator coreano pelo qual me apaixonei, Kim Hyun Joong. De repente, ouço algo em outro idioma, um idioma conhecido. Isso mesmo, japonês! Com aquela voz... me apaixonei pela música no mesmo instante e quis desesperadamente saber o significado, a tradução. Mas não achei a bendita letra (sou meio porta pra procurar as coisas) e também não obtive muito êxito ao procurar por quem pudesse traduzi-la para mim. Só uma amiga arashian, a Kah Kaneko, que não é movida pelo preconceito infantil contra "cantores coreanos", me ajudou, mas ela não sabe japonês profundamente e só pôde me passar uma ideia geral.

De qualquer forma, só pelo título, ela já mexe comigo. Meu lema de todos os dias é "Vamos sorrir!", e A Força do Sorriso tem muito a ver com isso.

Achei um vídeo legal e vou compartilhá-lo com vocês:


A outra música foi That Man (Este Homem). Postei ela aqui ainda esses dias, quando falei do k-drama Secret Garden, mas até então eu não fazia ideia de quem cantava. Acabou que, ao escutá-la hoje, acabei relacionando com um grupo (?) de k-pop que não conheço chamado 4 Men, que canta outras músicas na Ost de Secret Garden e por algum motivo pensei que cantava esta também. Ouvindo, pensei no Hyun Bin, o co-protagonista que faz o Joo Won, pois a música é "dele", e me lembrei de sua voz, que é marvilhosa, uma voz que cativa, embora ele não seja cantor. Em My Name is Kim Sam Soon, ele também atua, aliás, só vi esse dorama por causa dele.

Chegando em casa, quis saber mais e mais do tal 4 Men, já que a voz do cantor era extremamente bela. Mas, qual não foi minha surpresa quando, ao procurar informações pela internet, descobri que a música tão linda com aquela voz mara não é deste grupo, mas sim quem a canta é a próprio Hyun Bin! Só de saber isso, minha paixão pela voz dele triplicou! Tanto que terei que colocar aqui outro vídeo dela!


Voltando... Cheguei em casa feliz, com essas belíssimas músicas na cabeça. E feliz também porque hoje é um dia muito especial. Sei que lá no Japão já é ontem, mas enfim... o Arashi completa 13 anos de história, e isso enche meu coração de uma felicidade muito grande. Eles representam muito, significam muito. Aliás, falar sobre eles num post especial de aniversário foi uma das ideias que tive e se desfizeram no ar. Falarei melhor deles quando fizer o post dos aniversariantes/estrelas de setembro.

Almocei. A comida estava gostosa. Obrigada mamãe pelo almoço delicioso! Depois do almoço, lavei a louça ao som do álbum em japonês Just Crazy, do Jang Keun Suk, que ganhei de presente de aniversário da tia Cleuza. Obrigada tia, é muito bom! E obrigada Saori, por traduzir as músicas pra mim~ pedi esse álbum, a Edição Regular e não a Edição Limitada, somente pela música 守護星 (Shugosei - algo como O Último Guardião). Muito linda! Futuramente, a linda Saori traduzirá também (mas já disse a ela que não tenho pressa alguma).


E daí, vim na internet resolver alguns probleminhas que surgiram. Depois dos probleminhas quase resolvidos, fiquei zanzando por aqui.

E~ aproveitei para pesquisar mais sobre o Hyun Bin, já que ele é o terceiro coreano de voz divina pelo qual me apaixono (primeiro foi o Kim Hyun Joong e depois o Jang Keun Suk). Pois é, descobri que atualmente ele está servindo na Marinha sul-coreana e só sairá em dezembro deste ano. Tomara que faça mais dramas, pois sei que me obrigarei a ver tudo que encontrar com ele. Ah, e ele é uma das estrelas do mês^^

Bom, hoje quis somente aproveitar um pouquinho, então banquei a vagal e não li nada da facul, nem revisei a legenda para o Hatenai Arashi, nem fiz muitas tarefas domésticas (além de dar um trato na cozinha), nem escrevi nada de útil.

À noite, meus pais foram jantar fora. Eu e minha irmã pedimos pizza, jantamos e agora estou concluindo esse post inútil. E vou me despedindo aqui, que tenho sono e tenho dormido pouco há dias.

Mas antes, postarei a letra e o vídeo de uma música da qual gosto demais demais! Brasileira. Cantada por Bruna Caram.

Palavras do Coração


São sorrisos largos
Lagos repletos de azul
Os corações atentos
Ventos do sul
São visões abertas
Certas despertas pra luz
A emoção alerta
Que nos conduz
Sonhos aventuras
Juras promessas
Dessas que um dia acontecerão
Você me daria a mão?
Todos estes versos soltos dispersos
No meu novo universo serão
Palavras do coração
Os artifícios
Vícios deixando de ser
Os velhos compromissos
Pra esquecer
São pontos de vista
Uma conquista comum
O mesmo pé na estrada
De cada um
Sonhos aventuras
Juras promessas
Dessas que um dia acontecerão
Você me daria a mão?
Todos estes versos soltos dispersos
No meu novo universo serão
Palavras do coração.



Beijos a todos! Boa noite!

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Um texto que quero escrever (mas que talvez não tenha verdadeira relevância)

Bom, estou pensando nisso desde ontem. Quer dizer, desde alguns dias ou semanas, talvez. Não é algo que eu tenha a obrigação de expor, não significa muito pra alguém mais além de mim mesma, mas mesmo assim eu vou colocar aqui.

No fim de semana lá no Japão, passou na TV o 24 Jikan Terebi (24h TV - eu sei que soou redundante demais) e o Arashi foi a personalidade principal desse ano e tal (pensa numa mistura do Criança Esperança com o Teleton. Pensou? Agora mistura os dois~ numa comparação grotesca, é isso ae, e é como se um grupo brasileiro fosse o principal no programa inteiro). Enfim, teve esse programa que passou desde a manhãzinha de ontem (horário de Brasília) até meio da manhã de hoje (horário de Brasília), se não estou errada.

Falei disso porque, enfim, ao contrário de muita gente, que tem o tal Key Hole (programa para ver TV aberta japonesa - eu tenho no meu laptop) e pode ficar horas em frente ao computador no fim de semana e tem uma ótima conexão com a internet, eu não fiz questão de ver o 24h todo e me contentei com uns vídeos (lindos) domingo. É, eu acabei me sentindo um pouco estranha por causa disso... pensei: "eu não sou tão fã deles assim, nem fazer um esforço pra ver eu farei". Meu facebook estava cheio de imagens, vídeos, e gente falando isso e aquilo do que estava acontecendo. Minha sensação foi de que o mundo estava andando e eu parei no ponto. Sei que, no geral, as pessoa nem faziam ideia que um "teleton japonês" estava passando, nem teve o mínimo interesse, como meus pais, etc. Mesmo assim, me senti estranha. E resolvi escrever esse artigo (se é que pode ser chamado como tal).

Todos que me conhecem pelo menos um pouco sabem do meu amor pela música. Já escrevi mais de um texto aqui mesmo no blog sobre músicas no geral. Desde o ano passado, eu tenho falado bastante do Arashi, a boyband japonesa que ganhou meu coração, e mais recentemente, pintei meus posts com Kis-My-Ft2, também um grupo de cantores japoneses, e Jang Keun Suk, um ator/cantor coreano. Afirmo também que sabem do meu gosto quase obsessivo pela escrita, pela leitura e, desde o fim de 2010, por séries asiáticas. Quer dizer, japonesas, pois só há alguns meses passei a ver dramas coreanos.

Essas são minhas quatro atividades favoritas: ler, escrever, ouvir música, ver drama.

Eu nunca fui uma fanática por nenhum cantor ou cantora, embora goste tanto de música. Desde os meus 10 anos, quando descobri um CD do meu pai do Roupa Nova, sou grande admiradora deles, e o documentário que vem junto com o RoupAcústico 2, que eu vi vááárias vezes quando comprei o DVD em 2006, aumentou muito mais essa admiração. Mas~ eles são bem mais velhos que eu, o mais novo, o Serginho, tem 54 anos, e não são... como direi... exatamente músicos da minha geração. Ontem, dia 26 de agosto, foi o aniversário de 32 anos deles como banda, mais que meu tempo de vida! O que me dá orgulho e felicidade, por ser fã (não fanática, nem fan - derivado do inglês fanatic - mas fã mesmo, do meu jeito) de uma banda tão maravilhosa, que existe por mais de 30 anos!!

Por volta dos 15 anos, "descobri" outra velharia que me cativou: Scorpions, uma banda de rock alemã que também "não são músicos de minha geração". Foi vendo um DVD de um rapaz da minha igreja, Oséias. O show, que além do DVD tem a versão em CD, foi gravado com a Orquestra Filarmônica de Berlim em Hannover no ano 2000. Simplesmente demais, demais!! Não me considero fã deles nem nada, afinal, até mesmo o nome só sei do vocalista, o Klaus Meine, que não é muito novo.

E agora, tenho o Arashi, o Kis-My e o JKS. Os "três" (o Arashi é formado por cinco e o Kis-My por sete) ocupam lugares distintos em meu coração, e eu posso dizer sem medo de errar que me considero fã dos três, embora de maneiras diferentes (por favor, leiam o post O que é ser fã...).

O Arashi entrou na minha vida por causa dos dramas japoneses. Ou melhor, por causa do drama japonês Hana Yori Dango, que vi no início do ano passado. O protagonista foi interpretado pelo Matsumoto jun, mas creio que isso vocês já estão carecas de saber, afinal já falei disso algumas vezes, hihi. De qualquer forma... deixa eu continuar. Foi por meio do Jun que eu me interessei pelo Arashi, claro que acho os cinco lindos e tudo mais, AMO as músicas e tal, mas eles mexem comigo de um forma especial... eles me fazem querer sorrir e chorar, pular de alegria, meu coração dói de tamanha ternura só de olhar para os cinco num show, apresentação de TV ou foto. Aqueles sorrisos maravilhosos deles acabam comigo!!! Não sei explicar exatamente... e, como disse para uma amiga ainda hoje no facebook, hoje com 12 anos (às vésperas dos 13), tenho pra mim que eles chegarão aos 32 com tranquilidade, como o Roupa Nova.

O Jun... ele é especial entre os cinco, que são especiais! Eu olho para ele e não consigo evitar a vontade de abraçá-lo! Ele é o número um, o favorito, o primeiro, o ichiban.

Mas~ não sou fanática. Não gosto de fanatismo, faz mal, prejudica, e não é certo, entra quase, ou completamente, na idolatria, da qual eu falei no post citado. Às vezes, algumas falas me irritam e me preocupam... pessoas que não medem/mediriam consequências para cometer loucuras, e até crimes, pelo Arashi, ou outro "ídolo" qualquer.

Eu nunca fui assim. Nunca fui fanática, repito mais uma vez. Nem serei. Vi o Kouhaku Uta Gasen 2011/2012, o "Show da Virada" japonês, numa comparação tosca, pela internet, por mais de quatro horas, mas não vi o 24h TV. Ambos os programas "protagonizados" pelo Arashi. Isso significa que sou menos fã por que vi um e não vi o outro? Não. E vou listar algumas justificativas.

Primeiro: o Kouhaku era música praticamente durante todo o programa, já o 24h teve música, o que é absolutamente diferente. Outra coisa: o Kouhaku foi cantado em japonês, o 24h foi falado (veja bem, eu não entendi o primeiro nem entenderia o segundo, já que não sei japonês, mas ficar quatro horas ouvindo música em outra língua é uma coisa, ficar 24h ouvindo conversas em outra língua é diferente!). Terceiro: eu não gosto de ver TV do Brasil, por que veria TV japonesa? Quarto: eu estive ocupada na maior parte do tempo e não pude me dar ao luxo de parar na frente do computador para ver (isso se a internet não desse pau) uma imagem não tão boa assim pelo KH, sendo que o Kouhaku passou nas férias.

Agora, por outro lado, como já disse lá em cima, entrei no meu facebook e me senti culpada por não estar exatamente interessada em ver, ou triste por não conseguir ver. Acho que muitas fãs por aí me achariam, como disse no próprio face, uma fã falceta. Acontece que, como disse, não sou fanática. Amo a música, amo os cinco, vejo shows, vejo fotos, sorrio e choro com eles, enfim... mas não me preocupo em saber o que cada um faz quando sai da cama pela manhã, nem acompanho os programas deles pela internet, num idioma que eu não entendo, sem legenda.

Acho que, sobre o Arashi, é isso. Claro que sempre vou amá-los, e me considero uma arashian, mas não sou exatamente o que poderia ser chamado de "fã convencional", que faz loucuras por seu "ídolo".

Sobre Kis-My, eu os conheci por meio da minha grande amiga Andrezza, e só depois de já ouvir as músicas deles, eu vi o primeiro dorama, Ikemen Desu Ne (falo deles e do drama aqui e aqui). Eles me emocionam, e quando escrevi sobre eles, só sabia de fato quem eram três, mas hoje já sei quem são os sete! Que felicidade!! Eles são diferentes do Arashi, mas semelhantes ao mesmo tempo. O contexto em que descobri os grupos foi diferente. Mas eu os AMO também!

E o JKS... bom, essencialmente ele é a minha paixão no momento, sua voz me faz sonhar, e foi por ele que comecei a gostar de dramas coreanos (embora tenha sido por causa de uma amiga da faculdade que vi meu primeiro drama, como falei aqui). Sua voz é a mais bela que já ouvi, falo sem medo de errar! E ele é poliglota... fala coreano, japonês e inglês com perfeição. Eu o AMO!! Diferente do Arashi e do Kis-My, obviamente. O post dele é Príncípe da Ásia~ e a voz mais linda.

Vou falar muito ainda sobre todos os "três" por aqui, mas tenham certeza de uma coisa: não sou fanática por nenhum deles. Nem por isso sou menos fã. Dêem uma volta, uma lida nos textos que escrevi para me entenderem melhor (ou não).

Beijos!

não sei se alguém leu esse testamento até aqui, porque realmente, mesmo sendo um assunto importante pra mim, pode não ser pra mais ninguém. Mas espero que, se alguém leu, tenha gostado!


domingo, 5 de agosto de 2012

Simplesmente~ um desabafo

Hoje eu estou meio tristinha. Ouvindo música clássica (no momento, Rhapsody in Blue) e pensando. Pensando em muitas coisas. Mas que fique claro que a música não reflete meu estado de espírito, pelo contrário, é exatamente porque o estilo me alegra que resolvi ouvir pra despertar um pouco, já que realmente eu estava (estou) desanimada.

Alguém poderia perguntar por que eu resolvi escrever aqui então. Eu digo. O blog foi criado para isso. Para eu escrever o que eu quero, a hora que quero, como bem entendo. Esses dias, uma pessoa reclamou do estilo de uma de minhas postagens. Por que eu escrevi assim e não escrevi assado? Pois é por isso. Eu escrevo como quero, e quem não gosta, tem a opção de não ler, como às vezes acontece comigo ao ler um blog qualquer. Algo no post não me agrada, então eu paro de ler. Simples assim.

Aconteceram uns probleminhas aí e minha família está passando por uma leve onda de tristeza, não é só eu. Cada pessoa tem uma forma de extravasar a tristeza. Eu orei muito, chorei um pouco, to ouvindo música (no momento, Murmúrios da Primavera) e escrevendo. Minha irmã foi almoçar com meus tios, meu pai foi para uma palestra da Herbalife em São Paulo e minha mãe conversou com minha avó e agora está sozinha no escritório.

Eu não sei muito bem o que desejar, pois me sinto muito egoísta. Também não sei o que fazer, na verdade não tem nada que eu possa fazer. A solução é sempre confiar. Eu confio em Deus! E mesmo que alguém duvide, não me importo, pois eu sei que esta é a coisa certa a fazer...

Briguei com minha mãe hoje. Aliás, falei uma besteirinha e ela brigou comigo. Novidade! Eu sempre falo besteira e sempre alguém briga comigo. Estou triste por isso também. Ajo como uma idiota muitas vezes, e falo coisas sem pensar muito bem (pensando bem depois, eu vejo que realmente falei precipitadamente). Isso me deixa brava, além de triste. E lamento por agir como uma m ula muitas vezes, como se eu não tivesse cérebro pensante.

É... com tamanho desânimo, peço a Deus que as coisas melhorem até amanhã, dia em que voltarei às aulas da faculdade. Amanhã~ minha vida toma uma direção importante, e não só a minha. Aiai, quero que terça-feira chegue logo, e amanhã seja um dia que passe rápido.

C'est fini~ porque realmente não estou mais a fim de escrever agora, sorry. Volto logo com algum assunto mais "do interesse comum", mas por hoje é só. Ah, a música agora é Os Patinadores.

Até mais.


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Atualizando~ antes de fazer os posts que eu realmente devo fazer

Olá pessoas!


Vim aqui contar que mais uma vez estou desempregada. É, desde 2010 minha vida está assim... trabalha dez meses num lugar, seis meses noutro, três num, e no último fiquei três também. Acho que é assim~ até finalmente as coisas acontecerem. Talvez por eu ter deixado de viver por dois anos... enquanto namorava o Ju.


Mas não estou triste por isso. Deus está no controle de tudo! Agora, pelo menos por alguns dias, eu poderei ter férias de verdade. Já faz mais de meio mês que estou de férias de faculdade e do inglês, mas não conseguia ter tempo pra nada, os fins de semana eram atribulados, as manhãs passavam voando para à tarde eu ir para o estágio. Deixei de escrever, de ler... só conseguia ver doramas, isso quando conseguia... hoje a manhã foi particularmente cansativa, realmente uma correria só porque resolvi dormir uma horinha a mais.


Então, por isso, estou até ironicamente um pouco feliz. Pelo menos amanhã e depois... eu quero poder aproveitar... quem vai me condenar por isso??


Bom, já que estou aqui falando de assuntos aleatórios, deixa eu falar que além da Eloise, eu também tive a honra de conhecer outra "amiga virtual" arashian: a Tamara. Ela é mais velha que eu, hihi mas não muito mais. Nos vimos apenas por duas horas, ela veio exclusivamente para me ver até Atibaia [e para ir no Festival de Bon Odori, mas isso é detalhe]. Conversamos por todo esse tempo, foi muuuitooo bom! Muito Arashi e muita dorama! Foi divertido, né Tami's?


Muita coisa aconteceu na minha vida, e não vou ficar contando os mínimos detalhes aqui, senão acabo perdendo o "pique" para escrever o próximo artigo. Se alguém que ler isso aqui quiser saber mais dos acontecimentos diários, é só olhar no meu Facebook. Sei que a maioria das pessoas que lê já me acompanha por lá. 


É isso~ e bora fazer um ou dois posts! Bjobjo~ 

domingo, 1 de abril de 2012

Atualização, finally~ porque já passou da hora!

Pois é~ eu deveria escrever algo assim, que acrescentasse algo positivo ao conhecimentos dos leitores, afinal faz tempo que não faço isso. Mas acredito que, dessa vez, eu simplesmente quero contar algumas novidades, atualizar mesmo, e depois, talvez no feriado da Páscoa, talvez só em Corpus Christi ou nas férias em julho [mentira, quero voltar aqui antes e escrever algo de útil de novo logo :p]. Então, lá vamos nós!


Primeiro, a faculdade. Estou amando Jornalismo!!! Como não amei Letras em 2009 (já disse aqui que fiz um ano de Letras em 2009?). As provas bimestrais acabam terça-feira, e eu deveria estar estudando... mas nesse fim de semana, só nesse, eu decidi respirar um pouco, pois fazer as provas de Antropologia Cultural Brasileira I e Psicologia da Comunicação cansaram meu cérebro na sexta-feira e eu precisava relaxar. Enfim... mas voltando, eu realmente estou amando o curso! 






Uma coisa que nunca aconteceu em Araraquara (contei que fiz Letras em Araraquara?) está acontecendo aqui. Consegui amigos! Que dizer, lá em 2009 eu tinha relacionamentos, mas a amizade com o Matheus, por exemplo, se desenvolveu depois que voltei para Atibaia, por meio do facebook, pois enquanto estava lá, sempre fui muito fechada. 


E dessas amizades - a Larissa, a Adrina, a Karen - uma que me deixou especialmente feliz foi a Karen. Ela é cristã/protestante/evangélica como eu! Cristo é sua verdadeira religião também. Ela é de uma Igreja Batista. E... Ela gosta de k-drama e k-music (ou k-tudo, da mesma forma que eu gosto de j-tudo, mas especialmente gosto dos doramas e de Arashi). Tá, ela nunca viu um dorama japonês, assim como eu nunca vi um dorama coreano, mas só de conhecer alguém assim, do nada, na faculdade, alguém que gosta de algum tipo de cultura oriental me deixou muito feliz! Afinal, a pessoa que mora em Atibaia, uma das maiores colônias japonesas do Estado, quiçá do Brasil, nunca conheceu ninguém pessoalmente que goste de Arashi, j-dramas ou j-music e afins, ou algum tipo de cultura oriental, que é onde encaixei a Karen. Isso mesmo, euzinha nunca, NUNCA conheci ninguém que curta essas coisas. Porque né~ eu sempre fui bem na minha, introspectiva ao extremo, pouco sociável e nunca conheci nada de nada, nem ninguém.  


Quer dizer, conheci a Elô esse ano! A Elô, deixa eu explicar: é uma arashian lá do Paraná e a gente se conheceu pelo Arachikut e facebook, nunca nem tínhamos nos visto, mas em janeiro ela veio pra Campinas fazer uma visita à avó e eu fui lá passar um dia no shopping com ela. Passamos uma tarde muito divertida! A melhor do meu ano até agora!!! Ela tem 15 anos (sim, é mais nova que eu) e sua avó a acompanhou ao shopping, já que ela não conhecia a mim [eu podia ser uma pessoa má] e a Eloise não conhecia Campinas nem sabia andar sozinha por lá (tá, nem eu, mas pegar um ônibus daqui até a rodo de lá e depois outro até o shopping não é difícil). 


Mas assim~ eu conheci a Elô, passei uma única tarde com ela. Depois disso, voltei à solitária vida de não conhecer ninguém que gosta de j-tudo e Arashi, como eu. Sei que a Karen gosta de k-tudo (tudo que é da Coreia do Sul). Mas já é alguma coisa né~ pra quem não tinha nada de nada, como eu. 


Por causa da Karen, resolvi assistir a versão coreana do meu dorama favorito, Hana Yori Dango. Pois, afinal, ela tem os 16 DVDs com os 25 episódios de Boys Before Flowers, né? Uma mão na roda, porque to numa fase que não to conseguindo fazer muito download, muito menos de 25 episódios de uma vez. Sem contar que, ao fecharem o MegaUpload, muita coisa se tornou quase impossível de achar ou até mesmo se perdeu para sempre. Então, era muito difícil que eu, uma Hanadan-maníaca (?), de fato me importasse em procurar BBF pra baixar. Mas, ela disse que me emprestaria. De 25 eps, eu assisti 3 já (óooo). Então, quando acabar eu volto aqui pra resenhar, mas enfim... to vendo que terei que assistir Hana Yori Dango pela sétima vez depois, hihi.


Tá, já falei da facul, das amizades, da Karen, de BBF, da Elô... é muita coisa. Ahhhhhhh, mas isso eu tenho que falar, né??


Eu falei aqui sobre o CD Beautiful World que ganhei da tia Cleuza, meu segundo CD do Arashi. E agora, e agora??? Emily feliz demais!!!! Comprei o DVD da Tour Beautiful World!! Sim, depois de alguns meses depois do show gravado em DVD, eles finalmente abriram a pré-venda, e eu comprei! Mas só vai lançar em maio, então quando chegar eu volto aqui pra falar. Não vejo a hora de ver aqueles cinco lindos maravilhosos no meu primeiro DVD!! E o Jun... nem falo nada, ele é perfeito e paro por aqui. O resto, deduzam por si só. 















Então~ próximoooo!!! Caham caham... é o seguinte. Eu vou escrever pra uma revista!!! Eba!!!! To tão feliz. Dupla, tripla, multivezes feliz!! Por causa da minha contribuição no Hatenai Arashi (falei dele aqui), do DVD, da facul, das amizades, enfim... e tem mais! Mas, deixa eu falar da revista. É uma "publicação" online, do meu coordenador de curso, professor Osni, e amigos dele. Sem fins lucrativos, mas isso não importa, pois eu amo escrever!!!! Ele me convidou depois de ver este blog e o meu trabalho no Hatenai.  A revista é Kalango! Emily, vamos lá!!! Fighting!!


Kalango edição n° 10
  
O seguinte é... A Tamara! Ela me deixou tão feliz!! Começou aparecendo nos comentários no Hatenai, depois eu a encontrei nos comentários deste blog aqui, e então a encontrei no Arachikut e no facebook. Ela é ótima!! Já gosto muito dela, se tornou uma boa amiga à distância [ela é do Rio] e os comentários dela sempre me deixam muito satisfeita e empolgada! Tamara, muito obrigada!!


Fim de semana que vem vou atualizar novamente, e provavelmente lembrarei de mais novidades, mas se eu prolongar ainda mais esse post, ficará muito longo e ninguém lerá, hihi. Mas, se você chegou até aqui, muito obrigada! Ah, e falarei sobre a páscoa também. Afinal, a páscoa não é só ovos de chocolate né?? 


Beijos, e fiquem com Deus!!!


ps: ahhh, Ele é o maior dos motivos por eu estar/ser feliz!!!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Porque eu preciso~

Antes de qualquer coisa... faz tempo que não apareço por aqui, né? É que... ahhh, não tem desculpa, né? Eu poderia dizer que é a faculdade, que é isso e aquilo, mas não posso ficar achando motivo para não atualizar o blog, né? De qualquer forma, mil desculpas!

Lembram  deste post? Nele, eu falei sobre um show maravilhoso, e sobre o final em especial. Um show do Arashi, né~ e comentei no post que não entendo japonês, a não ser poucas palavras, e gostaria muito se futuramente alguém legendasse a parte dos agradecimentos e Be With You. Bom, gostaria de dizer que o Hatenai Arashi completou dois meses de existência ontem, e fez este combo para comemorar. Um dos três novos projetos concluídos, adivinhem? É exatamente desse show, Time ~ Kotoba no Chikara ~ 2007. Vão lá no HA e baixem, é muito lindo! Yukari, muito obrigada mesmo!!! E Hatenai Arashi, parabéns pelos dois meses!!!!

Mas não é só disso que vim falar hoje. Sim, o título expressa bem o que quero dizer... eu realmente preciso. De mais tempo com Deus, de mais louvor e adoração, de mais oração e estudo da Palavra. E preciso de tempo para tudo também... porque as 24 horas do dia parece que ultimamente têm fugido de minhas mãos. Às vezes, eu preferia estar trabalhando, por mais que eu goste de ficar em casa. Assim, o tempo passaria de forma diferente (?).

Tá vendo? Nem terminar o post de maneira decente eu posso. Afinal, vejam que horas são... daqui quatro minutos, tenho que parar com isso e ir escrever as redações de Língua Portuguesa à distância, da faculdade.

Bom, prometo que no fim de semana que vem eu posto aqui o terceiro capítulo da minha fic e escrevo um post mais razoável!

Até mais~

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Muito melhor!

Ontem foi meu aniversário! Estou tão feliz! Fui cercada por carinhos de todos os lados, e o melhor foi que nem houve brigas ou desentendimentos, a não ser uma curta desavença com minha mãe pela manhã que foi logo esquecida.

Meus pais me levaram num restaurante no almoço! Não era o Oásis, minha eterna paixão, mas o Haru Natsu, que é quase igual. Nada como palmito e tempurá... sushi também vai bem, algum pepino japonês com shoyu, lula à dorê, camarão empanado e outras coisas gostosas. Para beber, chá branco gelado. E pra fechar, um picolé Kibon.

À tarde eu só trabalhei né... mas não reclamo, o Joca (meu chefe) é mesmo um amor e não me sobrecarregou^^ e à noite teve uma "festinha" surpresa, com minhas tias, primas e primo e avós. Bolo de morando, delicioso! E coca-cola, né, não podia faltar.

E depois... entrei no Arachikut umqa rede social de fãs brasileiras(os) dedicada ao Arashi e aquelas meninas lindas cantaram parabéns no chat pra mim^^. A Thatá, Eloise, Denise, Kenia, depois a Yuka, a Saori... foi lindo mesmo, gostei mto! Ficamos tagarelando por horas! E ainda ganhei três presentes especiais... depois eu posto aqui~

No face também teve comemoração e ganhei muitos cumprimentos lá. Fiquei muito feliz!

Inevitavelmente, pensei no meu aniversário ano passado. Que não foi lá essas coisas. Meu namoro com o Junior estava perto do fim... e eu não conseguia me distrair e ter o mínimo de alegria, mesmo que por fora eu estivesse sorrindo, por dentro eu chorava. Não consegui nem ser grata a Deus como convém, como sei que fui ontem.

Aliás, Ele tem sido muito misericordioso e maravilhoso em minha vida! Agradeço muito ao Pai por mais um ano de vida! E agradeço por, depois de eu passar pela escuridão, Ele ter A COR DADO na minha vida. Deus está comigo em todo tempo, Seu filho Jesus Cristo me embalou em Seu colo quando eu chorei. É tão bom ter um Pai e um Irmãos que me amam tanto!

É, não posso esquecer de um detalhe MAIS QUE IMPORTANTE, né: o Arashi! Esse foi meu primeiro aniversário com eles em sentido figurado né, porque eles estão lá no Nihon e eu estou aqui. Eles foram meu melhor presente esse ano, sem dúvida!

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Crepúsculo /sem preconceito

Antes de mais nada: Paula!!!! É bom você me emprestar o próximo livro logo, porque já estou na metade!!! kkkkkk

Bom dia!

Resolvi falar de um assunto que muito me encheu os pensamentos nesse fim de semana, quando finalmente, depois de um ou dois meses com o livro parado no armário, pude começar a ler o primeiro livro da famosa "saga Crepúsculo". Fazia um tempo, desde que li Um Litro de Lágrimas, acho, que não me empolgava tanto. Memórias de Uma Gueixa, por exemplo, é um livro ótimo - mesmo -, mas muito cansativo em alguns momentos, eu acabava preferindo fazer outras coisas e às vezes não lia nem um capítulo por semana.

Minha prima, a Paula aí de cima, me emprestou Crepúsculo, que eu sei que, em muitos aspectos, é um romance água com açúcar. Mas eu bem precisava ler um romance assim novamente. Já vi o filme uma vez, somente o primeiro dos três que já existem, uma vez, lembro até o dia: à noite, sexta-feira santa, em 2009, quando fui dormir na casa de uma amiga. O filme era pirata e tenho asco a filmes piratas, mas como era o único filme que tínhamos para ver, eu não tive muita opção. Por falar nisso, tenho que ver de novo, agora depois de acabar o livro, sem ser piratex e sem cortes (no que assisti, por algum motivo, cortaram uma tal "cena do beijo").

O fato é que eu sempre tive algum preconceito com relação à saga. Não por nada demais, mas simplesmente porque já ouvi tanta gente metendo a boca que meio que criei um pré-conceito. Também soube muito da história na época: vampiros bonzinhos, que não dormiam em caixões, que brilhavam à luz do sol, uma menina que se apaixona e quer virar vampira também, os "vampiros do mal", lobisomens aqui e ali, cidade pequena, chuva e frio. Mais que isso era pura especulação. Daí, resolvi pedir emprestado o livro e chegar sozinha a uma conclusão, e não tomar as conclusões dos outros e ficar com esse preconceito bobo.

Afinal, eu sabia, já pelo filme que assisti em 2009 e também pelas conversas que tive com a Paula e com outras pessoas, que Bella Swan era uma adolescente. Assim como Edward (o vampiro que tinha eternamente 17 anos). Ou seja, era uma história de adolescentes. Então, mesmo com meu pré-conceito, eu não conseguia concordar com tudo que diziam. Criticavam como se quisessem que Crespúsculo e os livros que o seguem fossem uma história adulta. Agora me digam: como espera-se que uma adolescente conte uma história de amor? A sua história de amor?

Quem já foi adolescente sabe: jovem se apaixona. E fim. Isso é fato. Inquestionável. E paixão adolescente, por vezes é muito mais intensa que uma paixão adulta. Porque adolescente vai fundo, entra muito mais "de cabeça", emocionalmente falando, principalmente, que um adulto muito racional. Uma vez, um colega começou a ler Crespúsculo e logo desistiu, porque sentia como se Bella estivesse querendo que o leitor se apaixonasse pelo Edward.

É claro! Ela era uma jovem que se apaixonou e não via mais nada, nem que sua paixão era um vampiro. Isso não a assustou.

Eu li muitos romances adolescentes nessa minha vida. E romances infantis. Dentre todos, aliás, muitos dos meus preferidos são esse tipo de história. As Crônicas de Nárnia, só pra dar um exemplo, por mais que sejam livros educativos, muito indicados, que ensinam verdades bíblicas e que foi escrito por um autor cristão, continuam sendo livros infantis. Mas eu amoooo do mesmo jeito que há dez anos, quando li pela primeira vez. Ou A Última Música, O Caderno de Noah e A Garota Americana.

Então, depois de dois anos, quase três, resolvi ler Crepúsculo e criar meu próprio conceito sobre a história. E, vejam, estou amando! 

Então, acho que qualquer pessoa, antes de criticar algo, deve procurar conhecê-lo primeiro. Foi assim com Crespúculo. Como Arashi antes e os doramas. Foi assim com muito preconceitos idiotas que tinha. Ainda tenho alguns, eu sei, mas estou lutando contra eles.

Agora que eu mesmo estou criando um conceito, eu posso falar: o livro é muito bacana! Um amor como o do Edward e da Bella não se vê todo dia não... acho que é por isso que tanta gente fala mal, porque sente certa inveja, não sei.









 

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Shigoto!

Oi^^

Vou começar essa conversa esse monólogo, né, hihi anunciando para aqueles que lêem alguém lê? meu blogzinho e ainda não sabem da nova: é, eu mudei de emprego!

Já disse aqui? Num lembro, mas devo ter dito. Desde o fim de fevereiro desse ano eu estava trabalhando no escritório do Partido Verde (PV). Como secretária. Meio faz tudo. Emily nas horas vagas. Carol para os mais chegados.

Andou tendo uns problemas meio difíceis de resolver por lá e no fim eu acabei pedindo demissão. Mas assim, acabei saindo de lá só hoje... meu aviso acabou na quarta, mas me pediram pra ficar até o fim da semana. E vejam que maravilha! Consegui outro emprego já! Não ficarei um dia sequer desempregada! E é um horário bom, das 8h às 17h30 com uma hora e meia de almoço~

Deus é mesmo maravilhoso! Orei tanto por um trabalho. Tenho sonhos né, q dependem da grana que entra no fim do mês. Se realmente quero voltar a estudar ano que vem, também preciso desse dinheiro. Não podia me dar o luxo de não trabalhar. Não agora... E Deus me ouviu!!! Ahhhh, sou tão feliz, Ele é um Pai tããão Perfeito e eu O amo taaaanto!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Karla!!! Parabéns!!!

É isso aí... to numa onda de aniversários e o blog está ficando recheado de posts parabenizando alguém^^

Então, lá vou eu: Karla Sabrina Kommers Pereira!!! Parabéns!!!! Sabia que eu te amo muito?

A Karla é minha irmãzinha querida e, embora nós tenhamos nossas guerras esporádicas, mas sempre superamos. E, se não fossem esses brigas e discussões (como as temos!) o mundo seria monótono demais. E o melhor das brigas é a reconciliação. A nossa quase sempre é velada, simplesmente rimos e conversamos, falando uma com a outra:
- My, me empresta isso?
- Pode pegar Karla.


Vou colocar as fotos que bati hoje do celular, da festinha que tivemos. Se não ficaram tão boas, me perdoem~
















domingo, 21 de agosto de 2011

Níver de mamãe! Otanjoubi omedetou okaasan!

Pois é, hoje é aniversário da minha mãe. E eu, filha desnaturada, antes de ir para a EBD, a vi mas nem lembrei de dar parabéns. Então, a cumprimentei somente agora há pouco, quando cheguei.

44 anos^^
Isso é bom. Significa que, no ano que eu farei 21, minha mãe completou quatro décadas e 4 anos, firme e forte. Estou muito feliz. Deus me deu uma mãe maravilhosa! Sou muito grata! Pena que eu já a fiz sofrer tanto... mas, Deus sabe o quanto eu só quero vê-la sorrir, o quanto a amo e o quanto dói em mim vêla triste.

Mãe, por tudo que você é pra mim, por me amar tanto e sempre cuidar de mim, desde que eu era um bebê, muito obrigada!  

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Eu nasci no país errado

Pois é! Eu ouvi essa frase no sábado da boca da mesma Adriana que me deu o caderno daquela vez.

Explico: no sábado à noite, eu e ela fomos no Japan Fest que teve aqui em Atibaia. Deve ter sido legal o concerto de Taiko, mas no fim, fomos só pra comer e conversar mesmo, não fomos ao concerto. Conversamos um tempão, falei falei falei.  Expliquei, nas melhores palavras, a minha estranha personalidade, que identifiquei um pouco com Emily the Strange. Basicamente, sou introspectiva, calada, na minha, reservada e contida. Ela, depois de dar sua opinião seguida de alguma reflexão, resumiu minha realidade numa frase: Emily, você nasceu no país errado!

Dada a minha queda pela Inglaterra e pela Japão, dois países diferentes, mas ambos com culturas opostas à brasileira, fiquei feliz quando ela disse: você devia ter nascido na Europa, na Inglaterra, França, ou até no Japão.

Nunca tinha visto minha realidade por esse aspecto. Mas já cheguei a pensar algo semelhante: que nasci na época errada. É, no fim acho que na época e país errados. Claro que sou brasileira e me orgulho disso, dou graças a Deus por ter nascido nesse belo país, mas muitas vezes, olho pro lado e penso: o que estou fazendo aqui?

Brasileiro é pegajoso. Vai cumprimentar quem nunca viu na vida e já vai dando beijinho na bochecha só porque é colega de seu amigo. Chega num lugar e não sabe ser discreto, mas grita "OI PESSOAL". Abraça todo mundo como se fosse alguém muito próximo, sem pudor algum. Toma liberdades com colegas de trabalho perguntando de sua vida pessoal e fazendo fofocas, só porque trabalham há vinte dias juntos e já acha que são "amigos de uma vida inteira". Senta à mesa de um colega que está trabalhando só pra jogar conversa fora. Fica fofocando pra cima e pra baixo. Sempre com os ouvidos atentos para ouvir "uma quentinha" nova. 

Eu não gosto disso. Não é uma crítica, muito menos estou criticando quem faz tudo isso que listei acima. Mas eu não gosto. Eu. Não. Gosto. Mas qualquer outra pessoa pode se virar muito bem com isso tudo. Claro que não é todo e qualquer brasileiro que faz essas coisas, que eu, na minha humilde opinião, acho uma completa falta de educação. Falta de tato. Mas hoje em dia, isso é normal. As pessoas se acostumaram a conviver com esse tipo de comportamento. Quando alguém diferente, que não gosta desse tipo de intimidade forçada, aparece, é logo tratada como um ser de outro planeta.

Nos doramas que vejo, ou nos livros ingleses que leio, nunca há tanta intimidade entre estranhos. Beijo em novela japonesa? Não, não, não se sai por aí beijando todo mundo. Por isso me sinto tão bem "vivendo nessas culturas", com os livros e doramas. Por isso não discordei da Adriana quando ela disse que eu nasci no país errado. Assim como acho que nasci na época errada.

Época errada porque quisera eu ter nascido numa época em que a mulher era somente mulher, sem ser a poderosa "mulher moderna" que se mata de trabalhar de segunda à sexta. Mas, enfim, ainda escreverei outro artigo pra falar de tempos atrás, ou até mesmo de ser mulher.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Hoje eu tenho 20 anos... mas quero chegar aos...

100. Sim, quero chegar aos 100, se Deus assim permitir. Mas, sinceramente, não sei se conseguirei, pois a longevidade aqui do Brasil não é como a do Japão nem temos hábitos tão saudáveis e rejuvenecedores. Sem contar a violência que aqui é muito presente e que tira vidas todos os dias. Então, mesmo que eu queira, não posso garantir que chegarei a ser uma senhora centenária.

Além do mais, nem sempre é vantagem ser idoso no nosso país atualmente. Hoje vi uma cena que me deixou espantada e triste também.

Estava eu no banco, na fila do caixa para pagar uma conta fiquei quase uma hora na fila e não tinha nem dez pessoas na minha frente; uma vergonha absoluta!!! e notei que um senhor, que tinha por volta dos oitenta anos ou perto disso, estava esperando, em pé, no balcão da recepção para ser atendido. Sozinho. Ninguém o acompanhava: algum parente ou conhecido. Nem ninguém do banco teve a dignidade de oferecer uma cadeira para o senhor se sentar. Eu mesma estava em pé, não tinha como aferecer assento.

Depois de passados mais de vinte minutos que eu estava no banco aquele senhor chegara antes de mim, eu olhava indignada para aquele velhinho em pé sem ninguém para ampará-lo. Achei que ele estava esperando alguém para lhe dar uma senha e me dispus a ajudar, mas ele estava somente esperando mesmo que uma funcionária do banco, que o deixara plantado ali, voltasse a atendê-lo.

Finalmente a moça voltou. Deu então a notícia de que o senhor não poderia ser atendido, pois ele dera a ela o cartão do S.U.S. e não o cartão do banco, que por sua vez ele esquecera de levar. O velhinho não conseguia entender quando a moça dizia que o cartão do S.U.S. não servia para poder retirar o dinheiro da aposentadoria, como ele insistentamente pedia. De qualquer forma, o auxílio da previdência social somente será liberado semana que vem, mas isso não vem ao caso.

Sendo que "o banco não podia fazer nada para ajudar", o senhor foi mandado embora. Tadinho! Ele confundiu o cartão do banco com o cartão do S.U.S. e ia sair na rua mais uma vez, assim ele perdeu seu tempo. E estava sozinho. Fiquei com pena do senhor, e se não tivesse eu mesma que pagar uma conta já vencida de uma moça que trabalha comigo teria o acompanhado. Afinal, ele era de idade avançada, isso era notório, e tinha confundido dois simples cartões. Só de pensar que ele poderia facilmente se perder do caminho de volta para casa me doeu o coração.

É triste ver cenas assim. Acho que era obrigação de um filho, ou de um neto, ou de quem quer que seja, acompanhar aquele senhor e não deixá-lo assim, confuso, sair sozinho na rua. Mais triste ainda é saber que não é somente com esse senhor que vi hoje, mas o descaso acontece com muitos idosos pelo país afora. As pessoas acabam não dando o devido respeito e valor, não cuidando como deveriam, e se esquecem que um dia serão elas as idosas que precisarão de auxílio. Se esquecem que um dia aquele idoso já foi jovem e viveu como eu, por exemplo, com meus vinte anos. Que já segurou um bebê nos braços e chamou de filho.

E daí, eu me pergunto: será que eu quero mesmo chegar aos 100 anos? Será que não é melhor menos pior ter uma vida mais curta mas, ao menos, não ser abandonado? Ou ser tão sozinho que nem uma companhia tem para ir ao banco e acabar confundindo cartões?

Os jovens de hoje precisam ter a consciência de que serão os idosos de amanhã. E nunca, nunca, devem desprezar um velhinho. Devem, sim, tratá-los com carinho, respeito e toda consideração que eles merecem.

*.*

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Não passei...

É, hoje foi o dia do meu exame. E não passei. De novo.

Mas, to calma, serena e tranquila. Afinal, em tudo devemos dar graças a Deus, TUDO, pois "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus", já disse o Apóstolo Paulo na Carta aos Romanos.

Só não quero fazer esse exame outra vez. Primeiro porque não quero ter que passar por esse nervosismo todo que passei hoje de novo. E segundo porque não quero pagar os R$ 80, sem contar as aulas, outra vez. É claro que, como meu prazo para tirar a CNH sem fazer tudo de novo (CFC e afins) expira no fim do ano, até lá muita água ainda vai passar embaixo da ponte. Posso querer fazer novamente o exame. Mas por agora, eu não quero.

Com isso, sou uma mulher que não sabe dirigir, sem habilitação. Por isso, oro e torço muito para poder encontrar um cara que saiba dirigir, hihi. Não quero saber de homem tão logo, meu fim com o Ju não tem nem um ano, mas quando finalmente encontrar um homem bom, que é o homem certo de Deus pra mim, oro para que ele seja habilitado, já que eu não sou ^^

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Feliz ***

Aconteceu algo lindo e surpreendente!! Tá, nem tão lindo nem tão surpreendente, mas senti que por pouco não desandei a chorar...

Ahhhhh! A Adriana, uma mulher mais velha idade de mamãe que trabalha provisoriamente comigo (não bem comigo, mas tudo bem~) me deu um presentinhoooo! Tá, nada demais mesmo, um caderno. Mas, assim, mal sabe ela que tenho paixão por cadernos!!! E mais: ela comprou especialmente pra mim. Simplesmente porque tinha meu nome na capa. Isso mesmo: ela comprou um caderno pra mim, lindo, capa dura, 96 folhas, apenas porque tem meu nome! Não é maravilhoso?

Na capa, tem o desenho de uma menina e abaixo está o nome: Emily, the Strange. Me soou  familiar, lembrei de Carrie a Estranha, rs. Fui no oráculo google e fiz uma rápida pesquisa. Olha o que descobri:

  04/06/2008 - 21h42

Conhecida por livros, a gótica Emily the Strange vai estrelar filme

Da Redação
Ela tem 13 anos, se veste de preto, não sorri, está sempre acompanhada por quatro gatos pretos e não segue ninguém a não ser ela mesma. Mesmo com características que não a colocam em uma tradicional lista de personagens legais, Emily the Strange vem conquistando fãs pelo mundo. A ponto de estar para ganhar uma versão para o cinema.
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Divulgação/Dark Horse
Personagem surgiu como ilustração para produtos ligados a skate
VEJA IMAGENS DE EMILY THE STRANGE
A criação de Rob Reger e do artista Buzz Parker tornou-se um ícone da contracultura logo em seu nascimento, no início da década de 1990. Na época, Reger e um amigo tinham uma loja de camisetas de skatistas em Santa Cruz, na Califórnia. A personagem teve várias versões até chegar a mais conhecida pelo público, na forma de roupas e adesivos, num primeiro momento. Depois de algum tempo, Brian Brooks veio trabalhar com Reger e acabou por dar à Emily muito da atitude que ela mostra hoje. Parker uniu-se ao grupo adicionando o cenário pelo qual a personagem se movimenta e Jessica Gruner deu o toque "estranho" da criação.

Naquele momento, porém, Emily era apenas uma imagem que ilustrava itens de consumo (entenda-se bem: tudo o que podia combinar com ela foi feito, de itens de papelaria a sapatos). O máximo de informação que a acompanhava era sua frase preferida ("Get lost!"). Foi só em 2005 que os direitos de uso da garota gótica chegaram à editora Dark Horse, que publicou uma minissérie estrelada por ela.

Desde então, várias outras histórias foram produzidas e também alguns livros, que normalmente trazem desenhos de Emily e frases como "ela não tem medo de monstros, ela cria Zonsters" e outras que demonstram sua personalidade diferente.

Em sua companhia sempre estão os gatos Mystery (a fêmea que é líder do grupo e tem um olho com formato de estrela), Miles (macho que sabe improvisar em qualquer situação e tem um X no lugar de um dos olhos), Sabbath (o mais novo, que está sempre procurando confusão e não tem um pedacinho de uma das orelhas) e NeeChee (o mais filosófico dos felinos, cuja cauda tem uma faixinha branca).

Para Reger, a popularidade de Emily é explicada pelo fato de ela gostar de ser diferente e olhar as coisas de seu próprio jeito. "Na vida, todo mundo, especialmente na adolescência, quer se encontrar e se sente deslocado. Emily representa essa pessoa, mas sob uma luz positiva", declarou.


Emily num cinema próximo a você

A produção do filme baseado na personagem ficará a cargo de Mike Richardson, fundador da Dark Horse. Ele já trabalhou como produtor das duas versões de "Hellboy" e "30 Dias de Noite".

Reger também declarou que procura alguém que "entenda a personagem" para trabalhar na adaptação para os cinemas. E deve ser essa pessoa quem definirá se a melhor forma de mostrar a história da garota é como animação, live action ou algo como "Uma Cilada Para Roger Rabbit". Ainda não há informações sobre o roteiro.
 
Sei lá, mas me identifiquei um pouco com essa Emily que "nasceu" na mesma época que eu: no início da década de 1990. Gostei. Eu sou Emily, the Strange. Get lost.
Enfim, vou usar esse caderno com carinho e será "um pouco de mim" como este blog ^^

sábado, 9 de julho de 2011

Uhm... não sei se já falei isso aqui... mas se já falei, gomen ne minna! No meu primeiro exame de direção, dia 12 de maio, eu não passei. E consegui apenas marcar o segundo pra semana que vem, dia 14 de julho, dois meses e dois dias depois de minha reprovação.

Agora, é claro que quero passar e por fim, ter minha CNH. Não quero ficar dependendo sempre da bondade de outros para o meu transporte ou da boa vontade ou não do meu pai. Mas pra poder fazer esse novo exame, com duas aulas a mais para refrescar minha memória na antevéspera, foram-se embora R$ 130,00. Vê se tem condições uma coisa dessa?? Esse povo do Denatran, Detran e o diabo a quatro ganham rios de dinheiro em cima de milhares de pessoas todos os meses!! Isso não é certo!

Por isso eu decidi que não farei outro exame se Deus não me permitir passar nesse da próxima semana. Claro que vou me esforçar e me dedicar, mas não será o fim do mundo do meu mundo se eu não passar. Só não pagarei mais R$ 130,00, além de todos os quase R$ 1000,00 que já gastei com CFC, as 20 aulas na autoescola, prova teórica, primeiro exame e afins.

Vamos refletir por um instante: essa dinheirama toda é um absurdo da maior espécie! Tudo bem que o novo exame, na realidade, é R$ 80,00. Os 130 reais é junto com as duas aulas práticas a mais. Mas mesmo assim. Pagar R$ 80,00 por um exame que ocupa apenas o tempo da manhã dos funcionários envolvidos (desde o Delegado de Trânsito até os instrutores) e dos alunos que serão examinados é meio caro demais. Fazendo um cálculo rápido, se são 150 alunos por dia de exame e são quatro exames por mês, são ao todo R$ 48000,00/mês!! Esse é um valor por cidade. Quanto isso não dá em um ano?? Deus do céu! As autoridades e o governo, com a pinta de que estão fazendo "um bem ao povo" dando-lhes o direito de dirigir nacionalmente, extorquem dinheiro a torto e a direito. Tá, tudo bem, parte desse dinheiro é para cubrir gastos como salário de funcionários, etc., mas mesmo assim, é muito dinheiro!

Bom, farei o exame semana que vem. Eu já paguei os R$ 130,00. E quero passar. Quero dirigir. Mais que isso, quero me tornar um pouco mais independente. Mas mesmo assim, acho muito errado e muito absurdo esse sistema de extorção de dinheiro.  

Não sou apaixonada por carros, se não precisasse, não fazia questão alguma de dar tanto dinheiro às autoridades compatíveis...

domingo, 3 de julho de 2011

Notinha^^

Uhm... não que interesse a muita gente, mas a primeira-dama da minha cidade faleceu hoje (ou ontem, provavelmente), ela se suicidou.

Não sei o que passa na mente de uma pessoa instantes antes de se matar. Não sei o que passou na mente dela. Que problemas a levaram a essa triste e irreversível "solução".

Acredito que uma pessoa que se mata acha que esta dando fim ao seu sofrimento, mas o suicida é apenas egoísta. Não pensa no sofrimento todo que sua morte irá causar. Não estou aqui para criticar ninguém, mas será que essa mulher não pensou em todas as pessoas à sua volta antes de se matar?

De mais a mais, o suicídio, além de ser uma inconsequência completa e um absurdo, é também um pecado. Sem perdão? Talvez. Pra mim, penso que é um pecado sem perdão, mas não posso afirmar com certeza, pois esse juízo pertence a Deus.

Partindo-se do princípio que somente Deus pode dar ou tirar a vida de alguém, eu penso que o suicídio é imperdoável. Mas você pode se perguntar: então, um assassino não tem perdão? Pois bem, eu explicarei conforme eu entendo: um assassino tem perdão sim. Afinal, ele continua vivendo, mesmo depois de cometer o assassinato, e pode se arrepender e pedir o perdão de Deus. O suicida não... o suicida é um assassino que não continua vivendo depois de cometer o assassinato para se arrepender e pedir perdão.

Além disso, segundo Paulo, o corpo é templo do Espírito, e se alguém comete suicídio, comete pecado contra o Espírito. O que é, indiscutivelmente, um pecado imperdoável.

De qualquer forma, é um momento triste de dor e sofrimento para a cidade com um todo e para os familiares e amigos da primeira-dama. Oro para que Deus esteja consolando nessa hora.

sábado, 23 de abril de 2011

Hoje eu vi Hanadan The Movie (falei sobre o filme e as duas temporadas do dorama aqui) novamente. Não me canso, pra mim a Makino e o Doumyouji são o melhor casal! E tive até cia ^^. Pois é, minha mãe a minha irmã assistiram comigo. Ai, o Jun tá tããão lindo (tá, td bem, ele é tããão lindo). A história me emocionou novamente.

A Karla foi ao cinema com minha tia ver Rio. Ain, bem que eu queria ter ido junto, dizem que esse filme é demaisss, eu já vi o trailer (quem quiser, pode conferir aqui) e imaginem em 3D então, o máximo! Mas sabe como é, minha grana é contadinha, não posso sair do orçamento, ainda mais que ainda gastei com chocolate.

Ah, por falar em chocolate, deixa eu deixar MUITO CLARO que eu sei bem o real significado da Páscoa. E a lembrança da morte e a comemoração da ressurreição de Cristo Jesus. Há quase 2000 anos, Ele deu Sua vida por mim e por você que porventura está lendo. Jesus morreu, Ele pagou o preço dos nossos pecados (o salário do pecado é a morte - Rm 6.23). Mas não ficou morto, Ele ressuscitou  (Jo 20). E Vivo Está Eternamente, Aleluia!!!

Mas... um chocolatinho faz bem, né. Eu mesma não nego, rsrs.